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A mostrar mensagens de 2012

Uma penca para você!

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Boas!

Esse é meu último post de 2012.  Está na hora de desligar os computadores, tablets, celulares e ir para o mar, para o mato, para a vida mais devagar, quase parando. A correria, agora, só em janeiro, pois o mundo não vai acabar em 12/12/12, às 12h12'12, nem no dia 21/12. Se o calendário acabou, a gente faz outro.
Para você meu amigo e minha amiga seguidor e seguidora do blog, desejo apenas uma penca: uma penca de coisas boas! uma penca de soluções! Uma penca de saúde! Uma penca de beijos e outra de abraços! Uma penca de velejadas! Uma penca de belos horizontes - do mar à montanha! Desejo também  uma penca (pequena, quase acabando) de problemas, pois mar tranquilo não faz bom marinheiro!


Bons ventos e estrelas à barla!
Amanhã só ano que vem!


Clube Cusco Baldoso e Regata da Marinha 2012!

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Boas!

Pois é, todo ano a gente diz que o ano passou rápido. Nesse não foi diferente. Já estamos no alto de 2012, pleno dezembro, quase verão, quase férias para alguns e trabalho para outros tantos. Meu marco regulatório para a libertação do terno e gravata é a Regata em homenagem à  Marinha do Brasil. Esse ano ela veio um pouco mais tarde: será realizada no dia 15 de dezembro, sábado e coincidirá com o término da copa CIR de vela oceânica (mais informações ao final deste post).
Enquanto isso entre um abacaxi e outro vou organizando o novo formato da escola de vela, agora com o Malagô. Algumas coisas já estão definidas e uma delas é a criação do Clube Cusco Baldoso, ou algo assim.

Basicamente quem foi aluno (e isso vale para quem fez aulas no Atoll 23 ou para quem eu dei aulas no próprio barco) será convidado a participar de alguns eventos, como as regatas de veleiros clássicos e regatas festivas como as da Marinha, ou de travessias fora do calendário de aulas. Tudo isso sem custo, a n…

Quando tem que ser, é...

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Boas!

Tentei comprar o Coronado (Ulisses Schimels) durante um ano. Nossa, como eu sonhei com aquele barco! Mas em 2012 o caixa andou baixo por aqui e não deu. Um domingo a noite matutei, matutei e arrumei um jeito. No dia seguinte, porém, quando fui fazer a proposta, fui surpreendido com a venda do "meu barco" para outra pessoa. Que pé no saco! Pois é, quem dorme no ponto...
Nessa mesma semana fiz uma outra proposta para o Cesar, do Malagô, um outro sonho de consumo (sublinhando que o Coronado e o Malagô são barcos de concepções e de "trabalhos" completamente diferentes). Após um final de semana da agonia,  aparamos umas arestas e pronto, no fio do bigode a coisa estava feita. Mas que frio na barriga deu!
Era final de outubro e eu tinha muitas aulas para dar ao longo de novembro. Acertamos os "toma lá da cá" (o nome fácil da obrigação sinalgmática) para o final de novembro, mais tardar começo de dezembro. Eu levaria o Cusco até Ubatuba e para isso contari…

Travessia 14 Bis

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Boas!

No dia 25 de dezembro de 1999 eu e meu amigo Carlos Teobaldo fizemos nossa primeira travessia: de Santos à Bertioga, de caiaque. Foi ai que conheci o canal de bertioga. Depois disso, pelo menos uma vez por mês fazia esse trajeto, saindo do Clube de Regatas Santista (hoje demolido) e indo até o Forte São João.  Eu me achava o máximo, pois a distância era considerável e em menos de cinco horas a cobria com certa facilidade.
Já velejador, em 2005 e após alguns anos sem fazer esse trajeto, peguei meu caiaque vermelho Ferrari e me lancei ao mar. Ao chegar nas proximidades da Base Aérea de Santos  percebi uma movimentação estranha, que persistiu ao longo de todo o canal: vários barcos a motor, alguns poucos caiaques e muitos NADADORES!
Eu ainda não sabia, mas uma vez por ano acontece a travessia 14 Bis, uma bela prova de natação organizada pela Aeronáutica que começa na Base (que fica em frente ao porto de Santos) e termina, justamente, no Forte São João, em Bertioga. Eu que me achava…

Visitas de novembro!

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Boas!

Novembro foi o mês mais movimentado da nossa escola de vela. Quase não fiquei em casa aos sábados, domingos e feriados. É trabalho, eu levo a sério como tal, mas é tão divertido que simplesmente não parece. O direito já foi assim para mim, hoje não é mais. Mesmo assim me sinto dividido, com um pé lá e outro cá. Percebi isso muito bem hoje de manhã quando depois de oito dias de "folga" por conta de uma mega emenda de feriado  entrei de novo em um terno e fui arrumar uma briga, feliz da vida, em uma audiência bem tensa e tumultuada. A briga foi bem divertida, com direito a muita ironia, perguntas bem feitas (de lá e de cá) e cartas na manga (só do lado de cá, ufa!). Tudo o que eu gosto na vidinha de advogado: uma bela de uma confusão. Ainda bem que eu não tenho que escolher, pelo menos não ainda...
Dia 10 de novembro recebi a visita do cunhado. E ele nem veio pedir dinheiro emprestado! Fomos ao Cusco para as meninas darem "tchau" e passamos um dia bem bacana. D…

Empinando Pipa...

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Boas!
Finados, como não poderia deixar de ser, foi um feriado cinzento e de pouco vento. 
A sexta-feira até que começou promissora. Dei aula para duas figuras especiais, o Leandro e o Antonio Marcos (antes seguidores, hoje personagens deste blog!). Iniciados os trabalhos e durante um repentina estiagem o vento entrou, embora um pouco tímido. Fizemos algumas evoluções quando o Marcos cunhou uma frase genial, que entrou para os anais cuscobaldoseanos: "Estamos velejando com o ar condicionado ligado"!

Não sei se Éolo não gostou da brincadeira (eu adorei!), mas o fato é que depois dela o vento acabou. Passamos o resto do dia num jogo de gato e rato, mas vento de verdade, não teve. Faz parte, embora eu fique muito chateado, pois entendo a ansiedade dos alunos. O Marcos estava esperando desde junho, o Leandro pelo menos há mais de um mês (senão a vida toda, pois nunca tinha estado num veleiro)! Velejar é assim mesmo... aos trancos e barrancos fizemos o básico do módulo I e eles g…

No mar e na vida nenhum dia é igual ao outro.

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Boas!
Nesse final de semana a previsão do tempo indicava um sábado e um domingo de condições atmosféricas e de mar bastante congruentes: ventos de SE, ente 6 e 10 nós, mar de almirante, uma chuvinha com possibilidades de abertura.
Nessa toada lá fui eu dar aulas do módulo II (introdução à navegação costeira) para o Marcello e Fernanda e, no dia seguinte, para o André e para o Aruã. Bora lá!
No sábado a previsão só não se confirmou porque não choveu e o céu ficou limpo. O mar estava um tapete, sem nenhuma vaga ou marulho. Vento de SE, 10 nós. Devíamos ir para a Ilha das Cabras, mas por mais que tentássemos avançar,  a coisa não fluía. Preferimos tocar para o rumo do Montão de Trigo e pouco depois estávamos apoitados no Canto do Indaiá (Bertioga), fazendo um lanche e ouvindo música (essa aula estava mais para passeio!). Deu uma vontade de mergulhar... é ó inverno que foi embora!



Entramos no canal "quase" no pano mesmo (nunca consegui), mas a maré contra não deixou. Logo após …

Capitão?

Boas...

Isso pode soar estranho, mas  eu não ligo muito para os títulos e habilitações formais em navegação. Isso soa ainda mais estranho se for levada em conta minha formação profissional (na verdade, penso que a culpa é dela) e, mais estranho ainda diante do  fato de eu ter me tornado instrutor de vela. 
Comprei meu primeiro barco em 1996: um bote de alumínio de 3,3 metros, que fui buscar em uma favela no Guarujá no alto dos meus 17 anos, munido de R$ 350,00 que ganhei dando aulas de português, física e química - uma pequena fortuna! Depois do Aries tive tantos outros barcos que até já perdi a conta... Mas o primeiro veleiro, o Fraldinha (um HC 14 caindo aos pedaços - literalmente) veio em novembro de 2002, meu último ano de faculdade. E lá se vai uma década... 
Naveguei durante doze anos sem ser sequer arrais amador. Aposto que sabia mais sobre o RIPEAM do que muito navegador por ai, mas estava em situação irregular. Em 2009 fiz a prova. Um ano depois, em 2010, me tornei mestre. Mi…

Sandy está botando para quebrar no Caribe!

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Boas!
Eu gosto muito das duplas sertanejas de antigamente. Mas confesso que sempre tive uma dificuldade em saber quem é um, quem é o outro. Quem sabe dizer, com certeza, qual é o Milionário e qual é o José Rico? O Tonico e Tinoco? João Mineiro e Marciano?  Sandy e Júnior?!
Pois é, pois é...
Hoje lendo os e-mails do fórum da ABVC vi uma mensagem do grande Elmo (que tem um blog super bacana sobre "coisas de barco"), dando conta de que a Sandy estava botando para quebrar no Caribe! Mandou até a foto, que está ai embaixo!

Brincadeiras a parte, Sandy  é o nome da Tempestade Tropical que está dando uma volta pelo Caribe. Velejar por ali não deve estar fácil: ventos de 40 nós, com 50 nós de rajada! Nesse momento a moça está no sul da Jamaica e deve atingir Cuba, onde provavelmente (tomara!) perderá intensidade e não se transformará em um furacão. 
Ali não dá para ir nem no pano mesmo!!!
Bons ventos!

Velejar com vento é sempre muito bom!

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Boas!
Velejar é uma atividade às vezes frustrante: você passa a semana inteira esperando o final de semana para ir para a água e, quando chega o dia, chove, não venta ou uma manilha e até uma simples cupilhazinha de nada estraga o passeio tão esperado. Mas basta meia horinha que seja em um vento de verdade para toda essa espera ter valido a pena. Velejar é bom de qualquer jeito, mas com vento é muito melhor!
Ontem e hoje dei curso de vela (módulo 01, no canal). Primeiro para o bem humorado André e depois para os divertidos Marcello e  Fernanda (que foi a capitã, algo até então inédito!). Um dia após a outro e tudo tão diferente. Ontem um vento de 27 nós nas rajadas (pela primeira vez dei aula rizado!); hoje o vento ainda forte, mas menos agressivo. Tudo em paz, nenhum incidente sério, exceto pela manilha que segura(va) o moitão do burro, que não aguentou o esforço de ontem e se partiu, tendo sido substituída logo por um cabo de spectra. De semelhante apenas o fato de o vento(ão) ter …

Biblioteca náutica!

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Boas!


Esse blog rendeu muito mais alegrias do que poderia sonhar a minha vã filosofia de almanaque. Já perdi a conta de quanta gente bacana entrou em nossas vidas por conta dele. Alguns apenas no mundo virtual. Outros, para quem a distância física não é um grande problema, já se fizeram presentes em três dimensões. 
Ontem foi um desses dias de alegria. A aula programada para um casal (mais um!) teve que ser cancelada por conta do mau tempo (decisão acertada, pois fez frio e choveu bastante), o que me deixou um pouco ranzinza, pois eu estava louco para velejar. Ainda assim o dia foi especial, pois conheci (ou conheci de novo, pois já o conhecia de vista) um ex-vizinho da Náutica Sangava (Guarujá/SP), onde fiquei por quase dez anos com meus intrépidos monotipos (dois HC14, um Dingue, dois Hobie 3.9, um Dinghy Andorinha, canoas, caiaques, etc, etc, etc).
Seguidor do blog, Jefferson Aliseda estava com um pequeno problema: faltava espaço para um excelente biblioteca náutica, com trinta tít…

O Cusco está de volta!

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Boas!

Nesse final de semana a minha amada Priscila resolveu atender meus reclamos e sentar em frente ao Corel Draw para fazer o selo da nossa escola de vela! Nessa quem voltou foi o cusquinho amarelo com as orelhas jogadas para trás pelo vento e que adornou nosso valente Rio 20, barquinho que só nos deu alegrias - e muitas!
Cusco baldoso é um apelido carinhoso que a Priscila me deu quando nos conhecemos. Eu não sabia o que significava, pois a língua falada nos pampas tem suas peculiaridades e por vezes beiro ao dialeto ou à corruptela... mesmo assim gostava da sonoridade.Cusconada mais significa senão cachorro sem raça definida, o bom e velho vira-latas (quem teve um jamais esqueceu!).Baldosoé aquele que tem balda, ou manha.  Um cusco baldoso, assim, é um vira-latas manhoso!



Então bora lá virar latas!


De volta ao meu aconchego...

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Boas!
Apesar de ter aula de vela agendada para o dia 06/10, tive que cancelá-la e acabei não velejando nesse final de semana. Ainda assim  passei o sábado todo a bordo do meu querido Cusco Baldoso. Instalei a segunda placa solar de 30W - no total ele agora tem 90W e energia para o piloto e para o cd/dvd não deve ser problema tão cedo. As luzes de navegação ainda precisam ser substituídas por LED, mas isso vem já já. 
Sofri um "acidente de trabalho" semana passada (sábado, 29/09), mas dele já estou bem e a partir do dia 12/10 devo ter vida absolutamente normal. Agora é uma amigdalite que me pegou, mas já já ela passa também. Tudo passa nessa vida, até uva...
Em novembro o plano era passar dez dias entre Ilhabela e Ubatuba (plano original de outubro, rs). Ia fazer o Cruzeiro Costa dos Tamoios, com o pessoal da ABVC, mas a Priscila não pode nessa data. Mas eu não reclamo: depois que a gente adia a partida para a outra vida , de alguma forma todo o restante é 100% lucro.
Estrela…

São Paulo Boat Show 2012

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Boas!


Hoje fui com o Luiz Araújo no São Paulo Boat Show. Chegamos cedo, assim que a feira abriu. O salão estava praticamente vazio e alguns stands ainda fechados. Para quem gosta de lanchas aquilo está um espetáculo, com opções a partir dos R$ 29.000,00 até a alta estratosfera. Belos barcos que insistem em mostrar como eu sou pobre!

Em meio a profusão de motores de popa chineses de nomes esquisitos, destaco a chegada ao Brasil do alemão Toqeedo: motorzinho de popa elétrico, com bateria de lítio. Sempre fui fã deles e tenho certeza de que daqui a uns dez anos esse segmento sofrerá melhorias ainda maiores, a ponto de os de popa a combustão poderem ser substituídos sem neuras.
Quanto aos veleiros visitamos o belo cruzeirão Bavaria 40 e sonhamos um bocado. Em meio a muito gentil recepção, conheci pessoalmente uma figura que já conhecia pela web: O Juliano Treis, do veleiro Conquista , um O´day 23 que saiu de Florianópolis e acabou naufragado em Vitória em 2004. Por conta dele sempre deixo…

SDRUVS

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Boas!


Ao chegar em casa ontem tive a grata surpresa de receber o livro do amigo Luziano Zinn: Mil Milhas com o Sdruvs, obra que conta a viagem feita pelo navegador gaúcho de Porto Alegre até Rio Grande, com direito a uma passadinha em território uruguaio.
A narrativa é fácil e em poucos minutos você passa a fazer parte da tripulação do pequeno e valente Atoll 23: briga com a Karine, riza a mestra, troca a genoa, encalha nas lagoas, usa o balde e descobre, quinhentas milhas depois, o sabor do mar de Rio Grande, com suas ondas e ventos uivantes. Acaba ai? Não! Ainda faltam outras quinhentas milhas para voltar para casa! 
Mas a essa altura a casa já não era o próprio barco?



Segundo conversa que tive com o Autor logo após a leitura, o  SDRUVS  (que "ao que parece" significa "palhaço", em russo) foi comprado no Rio Grande do Sul, mas já tinha velejado pelas águas da Guanabara. Em 2005, inclusive, o Luciano conheceu o antigo dono. Foi nesse mesmo ano que o SDRUVS foi ven…

Atualização do Roteiro do Canal De Bertioga

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Boas!


Como prometido e apesar do cano do Stark (brincadeirinha, ele tem muito crédito comigo e a falta foi plena e antecipadamente justificada) eu percorri as 13,37 milhas náuticas do canal de bertioga, para atualizar o ROTEIRO.
Sai às 10h00 da marina rumo à Pedra do Corvo e, de lá (e ai sim fazendo a contagem das milhas) segui com destino à Ponte Férrea, nas cercanias da Base Aérea . Foi a estréia do mercury 8.0 -  aprovado com louvor apesar de eu o achar um tanto beberrão (mentira, eu que fiquei mal acostumado com o 3.3 e seu pouco mais de 1 liltro/hora). Velocidade de cruzeiro 5 nós, com picos de 6,5 na maré a favor (aquilo é um rio!!!) e redução para 3 nós nas curvas, por segurança.
A descida do canal não teve dificuldades. O único senão foi no largo do candinho, pois achar a  boía verde não foi muito fácil, pois ela se confunde com a vegetação (que também é verde). Busquei um dica para encontrá-la, mas a única que me pareceu sensata foi essa: use um monóculo! 
Entrei nas "cu…

Ventão!

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Boas!

São Paulo está sem ver chuva de verdade há 78 dias. Parece que a coisa está para mudar. Hoje sentimos os efeitos de um sistema pré-frontal daqueles. Vento NW, temperaturas na casa dos 38ºC e uma bela rondada para SW, força 7, com queda da temperatura e do barômetro. Nas rajadas era difícil ficar em pé.. Eu estava na travessia de balsas na hora em que a frente entrou e fiz um vídeo com o celular. Coisa linda de se ver (na balsa). Peguei mau tempo assim no mar poucas vezes. Está na hora de mudar isso... 

E vamos que vamos, no pano mesmo!

Reforços...

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Boas!


A melhor forma de não se ter problemas com um barco é, seguramente, não ter um barco. Os problemas fazem parte e solucioná-los (de preferência de uma forma barata e que ninguém pensou  antes) faz parte da brincadeira.
Por isso o "mercado náutico" prefere os donos de lancha. Eles vão, compram e às vezes nem perguntam o preço. Já o velejador vai, vê como é e diz que volta depois. Nesse meio tempo vai para casa, desenha alguma coisa, vai no marceneiro, vai no torneiro, visita um amigo que entenda  bem (ou um site) de eletrônica e por uma fração do preço tem alguma coisa "mais ou menos assim".
Isso tem suas mutas vantagens, mas às vezes a economia não se justifica.  Com o meu (hoje antigo) suporte do motor de popa foi assim. Isso já é assunto do passado, mas eu aproveitei a crise, peguei o limão e fiz uma limonada.
Nessa:
1. Já repus o motor caído para o marinheiro.
2. Comprei um novo motor de popa: mercury, 8 hp, rabeta longa, ano 2012. 
3. Mandei fazer um supor…

Fotografia aérea da minha casa...

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Só no social!

Boas!


Minha caixa de e-mails virou uma salada... nessas eu acabo perdendo um monte de mensagens e deixando um outro tanto sem resposta. Por isso resolvi por alguma ordem nesse barco e, para as atividades náuticas, estou direcionando tudo para um novo e-mail:

cuscobaldoso@gmail.com

O e-mail antigo ficará para assuntos mais formais (e às vezes menos interessantes). Para quem me escreve por lá, peço que passe a escrever por cá.

No Facebook estou como Juca Andrade, é só dar um "add"!


Evamos que vamos, que essa semana temos muitas novidades na volta do Cusco aos mares!


Feriado é para se velejar?

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Pois é... constatação geral: feriado é uma época complicada para curtir o mar. Estradas cheias, supermercados cheios, mar cheio de lanchas (argh!).  Eu e as meninas ficamos por casa, exercendo o "nadismo". Passei os três últimos finais de semana seguidos no barco, longe delas.  Pois dessa vez o Cusco ficou lá, sozinho, sendo jogado para lá e para cá por um sem número de marolas.Mas ele é apenas um barco, elas são minha vida, elas são o que verdadeiramente importa (ainda que a Priscila morra de ciúmes dele. Como se precisasse, afinal, eu já tive uns vinte barcos, mas mulher, esposa, amiga e companheira, só ela - ainda que às vezes seja um pouco pentelha).

No sábado comemos peixe frito sentindo o sol queimar a pele e a brisa do mar, que estava bem pertinho.  Quem mora em Santos às vezes esquece que também mora na praia, por mais incrível que isso possa parecer. Deu saudade de Paraty, mas deu mais saudades de lugares onde ainda não estivemos (esses são sempre os mais legais). 

Depois da tempestade...

Boas!

Acho que minha mãe me enganou. Eu não devo ter nascido em março, mas nos primeiros dias de setembro, já que vivi em pequeno inferno astral, rs.
Mas os ventos fortes já passaram e aos poucos as coisas vão entrando nos eixos. Duas boas notícias: a primeira é que consegui mandar fazer um suporte em aço inox 316 para o motor de popa. Agora ele não cai mais... a segunda é que a Marinha do Brasil regulamentou melhor a emissão de declaração de embarque.
Em resumo a história é a seguinte: depois do acidente com a motoaquática que vitimou a pequena Grazielly em Bertioga, houve mais rigor na obtenção de habilitações. Como a Marinha não tem condições de fazer provas práticas para todos os candidatos (o que na minha opinião é um erro, isso deveria ser mais do que obrigatório), decidiu que todos os interessados na obtenção de habilitação comprovassem ter no mínimo dez horas de embarque.
Em um primeiro momento qualquer escola, associação, marina ou clube náutico devidamente cadastrado no Mar…

Motor ao mar!

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Boas!

Esse final de semana começou muito, mas muito bem. Sexta o Cusco voltou para a água e sábado e domingo ia ter velejada (aulas para um casal  muito bacana, o Wander e a Cristiane, de São Paulo). Mas... eu sou mesmo uma besta. Uma besta completa. Acho que fiquei com inveja do Walnei, do veleiro Vivre (um exímio especialista em criar perrengues) e decidi aprontar uma boa, mas uma muito boa mesmo.
O sábado foi bacana e deu tudo certo. Depois das várias explicações sobre o barco, o vento e o velejar, saímos em direção à boca do canal. Maré de lua cheia, um verdadeiro "rio amazonas". Mas o Cusco com o "bumbum lisinho" enfrentava a corrente a inéditos seis nós! Eu estava no céu vendo o barquinho andar daquele jeito. Depois de muita insistência o Pirulão, o marinheiro, me convenceu a usar seu  Sailor 5 hp (quatro tempos), porque era rabeta longa, porque o 3,3 era muito fraco e a mesma lenga lenga de sempre.   Eu  confio muito no mercuryzinho, mas no Sailor...  Enfim,…

Bumbum de neném!!!

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Boas!

Foi "vapit, vaput" mesmo! O Cusco subiu na segunda e hoje voltou a flutuar com o bumbum lisinho , lisinho!









E vamos no pano mesmo!