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Alice - 28/12/2010 - 10h45 - Santos/SP

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Para a Alice, o meu novo "tudo", todo o amor do mundo;

Pra a Pri e para a Brida, sem as quais meu tudo, não é nem meio - é nada -,

todo o amor que alguém possa receber.



Alice, minha estrelinha: ao nascer somos pura possibilidade. São nossas escolhas que forjam nossa alma. Rogo a Deus, hoje, que Lhe dê a inspiração para as boas escolhas, para os bons sonhos... e que em sua vida você sempre possa escolher o caminho da harmonia, do amor, da verdade e da justiça.



Feliz 2011 para todos nós!!!

A Costeira tombou!!!

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Boas!

Em um país sem memória, certas iniciativas merecem destaque:

"O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural aprovou no dia 10 de dezembro de 2010 a proposta de tombamento de parte do Patrimônio Naval Brasileiro elaborada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan. A partir da decisão, tornaram-se protegidos o acervo do Museu Nacional do Mar, na cidade de São Francisco do Sul (SC), a Canoa de Tolda Luzitânia, da Sociedade Sócio-Ambiental do Baixo São Francisco (SE), a Canoa Costeira de nome Dinamar, da Baía de São Marcos (MA), o Saveiro de Vela de Içar de nome Sombra da Luz, do Recôncavo Baiano (BA), e a Canoa de Pranchão do Rio Grande, de nome Tradição (RS)". No Maranhão restam apenas 21 Costeiras, grande parte com suas características fundamentais alteradas. o tombamento da Dinamar irá assegurar a preservação dessa embarcação que é ao mesmo tempo rudimentar e excepcional...

Oxalá sejam tomadas as medidas necessárias para a preservação desse patrim…

Ressaca na Praia do Góes

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A Praia do Góes, em Guarujá, é um tradicional ponto de parada de embarcações na baia de Santos, além de ser porto de alguns barcos de pesca. Abriga uma comunidade de cerca de 450 pessoas. No local existem alguns barzinhos que servem pratos típicos caiçaras, com serviço de leva e traz.

Quase sempre bastante abrigado, desde ontem os moradores sofrem com a ressaca. As ondas que chegam a quatro metros interromperam o principal acesso: a travessia de catraias para o bairro da ponta da praia, em Santos. A única opção é a trilha para a praia da Pouca Farinha (Santa Cruz dos Navegantes), mas a chuva forte e ininterrupta também dificulta o acesso por essa via. Hoje, 15/12/2010, foi feita apenas uma travessia, às 06h00, seguida de nova interrupção.

Ondas de quatro metros na baia de Santos é algo extremamente atípico e inesperado, ainda mais na entrada do canal.

A marinha emitiu aviso de mar grosso e ressaca para a área charlie, válido até a meia noite do dia 17/12.

Especula-se que a forte ressaca p…

Atualização do plano vélico de veleiros das décadas de 60/70

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Boas!

Essa discussão nasceu em paralelo a outro assunto, no fórum da revista náutica.

A seguir algumas observações feitas pelo Arnaldo Andrade, da Velaria Cognac (21 - 2635-9313) sobre questão minha acerca da possibilidade de eventual modernização/atualização do plano vélico do Rio 20:

"Sim, a modernização dos planos vélicos da década de 60-70 é quase sempre possível e no Rio 20 isso não é exceção.

Muito resumidamente:

- Os brandais recuam, as cruzetas crescem e ficam anguladas e os fusis vão para a borda.Os brandais também descem ligeiramente para deixar um topezinho livre para o spi assimétrico. Isso deve permitir o aproveitamento dos brandais principais e, possivelmente, os de força também.- O estai de proa desce ligeiramente no tope do mastro

- O estai de popa desaparece e o máximo que se pode imaginar é algo tipo um cabo de spectra para engatar no fusil de popa quando você estiver muito rizado (linha horizontal pontilhada em vermelho a meia altura) ou quando só estiver vel…

Resultados Regata da Marinha - Santos - 2010

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Esse ano, apesar de até estarmos inscritos, não estivemos na tradicional regata em homenagem à Marinha do Brasil.

A festa foi bastante bonita e é legal ver os barcos deixarem os clubes e marinas e se fazerem ao mar. Ano que vem estaremos lá!

Segundo o portal A Tribuna Digital, na oceano os vencedores foram: Meu Cantinho (RGS A); Pitanga (RGS B), Chrispin (RGS C) e Ro (Bico de Proa).

O fita azul foi o H3+.
















(c) Vanessa Rodrigues

Rio Jaguareguava

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Boas!

No último final de semana, finalmente, encontrei a janela de tempo que esperava para ir ao Montão de Trigo. Ventos de E, SE, entre 5 e 10 nós, mar bem baixo - 0,6m. Mas não fui.
Como falta um mês para a Alice nascer e, a partir desse ponto, já não acho legal a Pri ficar "zanzando" por ai, resolvi levar as meninas para um passeio que elas aproveitassem. O Montão pode esperar mais uma semana ou duas.

O destino foi um lugar que conheci nos meus tempos de canoagem oceânica (em que eu não tinha nem barriga!): o Rio Jaguareguava, em Bertioga.


















O plano era sair com o Cusco, entrar no Rio Itapanhau, deixá-lo em uma poita próximo à ponte da Rio-Santos e, de lá, seguir para o Rio Jaguareguava de bote. Mas ao chegar no Chinen eu tive outra ideia: alugar uma voadeira (R$ 40,00 o dia todo) e ir nela até o rio. Coloquei nosso motor na tal voadeira (que com apenas 4hp não voou muito, rs) e lá fomos nós. A barra do rio fica a 5 milhas do Chinen e em meia hora estávamos lá. Deu até para as …

Uma confissão!

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Boas!


Pois é, eu nunca contei isso aqui, mas antes que haja confusão é melhor eu esclarecer: o Cusco Baldoso é meu segundo Rio 20. Eu já tive um outro, antes, mas que nunca navegou e espera, até agora, por uma reforma que nunca veio. O nome de batismo era Equinoster, mas eu o rebatizei para Craca-à-Toa...

Com seu bom humor de sempre a história, com "h" mesmo, foi alvo de dois "posts" no Maracatublog, do não menos simpático (e mais famoso que o Lula) casal Hélio e Mara.


O primeiro post pode ser visto AQUI e, o segundo, AQUI!










O Equinoster, antes, em fotografia de Hélio Viana e...
















... o Craca-à-toa, depois: trabalho para doido!

Em breve farei uma visita ao local onde repousa o Craca e postarei fotos aqui no blog. Se alguém se habilitar a tocar essa encraca, digo, encrenca... é só avisar! O grosso do trabalho já foi feito mesmo e não sobrou nenhuma craca...

De volta ao mundo real (rs) e enquanto isso, vamos planejando nossa ida ao Montão de Trigo. Está tudo pronto ("Esta…

Motim!

Um motim a bordo é algo que nenhum comandante quer ver. Um dos mais famosos talvez seja o que aconteceu no navio inglês Bounty, no final do século XVIII.

Em 1787 o Capitão William Bligh partiu da Inglaterra para uma viagem de dois anos ao Tahiti. O objetivo da viagem era buscar mudas de fruta-pão, que seriam plantadas no Caribe, barateando o custo desse que era o alimento base dos escravos. Liderados pelo oficial Fletcher Christian, os marinheiros – já com as mudas de fruta-pão a bordo – se amotinaram, sem uma razão de fato muito convincente. Na verdade, nenhum deles queria deixar aquele paraíso de belas mulheres desnudas... E quem pode culpá-los, não é verdade?!O Capitão Bligh e dezoito marinheiros foram jogados ao mar, num pequeno barco, a sua própria sorte. Mesmo com pouca água e comida e de estarem em um escaler de apenas sete metros (que quase naufragou), o Capitão e seus homens navegaram 3600 milhas em 48 dias e sobreviveram. Com o auxílio de moradores de uma possessão holandes…

À espera de Alice...

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Pois é...

Dia desses eu estava na Ilha da Cotia (Paraty), com a trupe... e nem imaginava (apesar de desejar) que naquela foto da estrela do mar, dentro da barriguinha da Pri, já havia outra "estrelinha "...

Assim que pus os pés em terra depois daquela tragicômica travessia entre Paraty/Guarujá, no dia 02/05/2010, soube que em dezembro teria minha neném nos braços.

De lá para cá a barriguinha foi crescendo, virou um barrigão, e logo logo minha nova tripulante estará ai, prontinha para iniciar essa travessia que chamamos de vida. Que bons ventos a tragam, minha filha.

E em minha mente posso ouvir uma voz esganiçada e estridente perguntando, indignada: E eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeu???


















Duas estrelinhas... - Ilha da Cotia/Paraty, abril de 2010















Comendo bergamota no sol... programa de gaúcho, tchê!
Bertioga/SP, agosto de 2010















A Alice está chegando! - novembro de 2010















Churrasco no Indaia - 07/11/2010 e video da volta!

Estaiamento do Rio 20 - especificações

Boas!

Pesando em trocar o estaiamento do seu Rio 20?!

Use cabos de aço com as seguintes especificações: 1 x 19 - 4,00 mm.

50 metros são suficientes e sobra um pouquinho.

Nessa medida (4,00 mm) ainda é possível usar nicporess (de cobre, para evitar eletrólise), terminais norsemann (mais caros, mas que você pode fazer sem a ajuda de ninguém) ou terminais prensados.


Olho vivo nos pinos e cupilhas. Eles dão mais trabalho do que os cabos em si. TROQUE TODOS E TODAS!


Sobre o tema, ainda, leia esse artigono popa.com e assista a essevídeo , sensacional, que ensina como instalar terminais norsemann!


Bons ventos!

Roteiro - prático - para a regulagem do estaiamento do Rio 20

Boas!

No meio desse ano troquei algumas mensagens com um colega (advogado e velejador), de Campinas/SP , proprietário de um Rio20, em Paraty. Em uma dessas mensagens ele me fez uma pergunta: "Como regular o estaiamento do Rio20". Eu, uma besta completa, respondi: velejando! Nos meus barcos anteriores com estaiamento (dois HC14, um Dinghy Andorinha e um Daysailer) eu sempre regulei o estaiamento, justamente, velejando... Testando o que dava certo, o que dava errado... levava um tempão, é verdade. Mas no final o barco ficava reguladinho e, nessa hora, eu o vendia! rs.

Pois é, a resposta ao colega de Campinas, depois, me soou grosseira. E pouco precisa.

Então só me restou ir atrás, não é?!

Muita leitura na web, muita conversa daqui, dali e um livrinho muito bacana e que eu recomendo me ajudaram a elaborar um roteiro de regulagem. Antes de colocá-lo aqui no blog eu testei os resultados e foi tudo aprovado!

Outra observação é que esse roteiro se aplica, praticamente, a qualquer veleir…

Para pensar...

Pois é,

Em tempos estranhos, em que o velho Codex da inquisição é trazido de novo à baila, e justo a Narizinho vai parar nele (socorro!!!), fica uma frase que fez sucesso na web, da lavra de um grande velejador baiano!

"Hoje em dia, na vela e na vida, se eu não puder falar bem, eu fico calado. Se eu não puder ajudar, eu não atrapalho. Já vi tanta coisa boa ser ruim e tanta coisa ruim ser boa que penso muitas vezes antes de julgar alguma coisa"

Kan Chuh

Observações sobre o Rio 20

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Boas!

Já postei aqui no blog informações técnicas sobre o Rio20. Mas não coloquei minha opinião de proprietário. Então, vamos lá!

No meu caso eu buscava um veleiro de oceano pequeno, robusto, fácil de manter ($$) e capaz de ser velejado por apenas uma pessoa. Algo como um Brisa (meu antigo barco, um Daysailer), porém mais robusto, capaz de enfrentar o mar sem receio de capotar e entrar em uma fria, mormente navegando em solitário.

Pois o Rio20, com seus 300 kg de lastro e armado como um grande monotipo satisfez todos esses requisitos.

Pontos fortes:

1) Boa relação custo benefício: pode-se conseguir um Rio20 em bom estado por cerca de R$ 20.000,00 (sem motor). Além disso, a maioria das marinas cobra a estadia com base no número de pés da embarcação. Nesse caso, o Rio 20 é mais atraente que um 23 pés, sendo que possui em linhas gerais o mesmo rendimento. Se o preço do pé for R$ 20,00, por exemplo, ao invés de R$ 460,00 por mês você irá pagar R$ 400,00. Em um ano isso representa R$ 720,00. C…

Diferença entre buja e genoa

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Boas!

Agora há pouco acessei pela primeira vez a área de estatísticas do blog. Levei um susto. E não é que tem muita gente que lê o que escrevo aqui?! E os leitores não são apenas do Brasil, mas também de Portugal, EUA, Canadá, França e Reino Unido. Muito obrigado pela preferência!

Por conta dessas estatísticas verifiquei que a maior partes dos leitores que não vem de acesso direto encontram o blog do Cusco através do google, presquisando sobre a "diferença entre buja e genoa".

Então nada mais natural do que eu fazer um post abordando, justamente, as diferenças entre uma e outra vela.

A muito grosso modo pode-se dizer que a diferença está no tamanho. A buja, ao contrário da genoa, não tem comprimento de suficiente para passar do mastro, em direção à popa.

Sendo um pouquinho mais técnico, é preciso explicar que para as velas de proa duas medidas devem ser de conhecimento do velejador: 'J' e 'LP'.A medida 'J' é a distância, medida horizontalmente (rente ao c…

Velejando com Deus

Boas!

Ontem à noite tive, uma vez mais, uma medida de minha ignorância e, para minha surpresa, de um infeliz preconceito que carregava. Há tempos acompanho - de longe - o projeto Velejando com Deus, do casal Marcio e Daniela Nuncianori. Inclusive, já vi o veleiro deles na baia da Ilha Grande e, dia desses, entrando aqui na barra de Santos, embora não os conheça pessoalmente.
Por conta de um convite divulgado no fórum da revista náutica, decidi ir ver o curta metragem sobre o projeto que integra o festival Curta Santos, Na Força dos Ventos (Dir. Alyson Montrezol, 2010). O Cine Roxy, afinal, fica a apenas poucas quadras de minha casa. Mas, confesso, achava que a temática seria do tipo evangelizadora e carregada de um viés ideológico e religioso que, admito, não tenho muita paciência para enfrentar.
Ledo engano. O filme e o projeto em si não têm nada disso. O primeiro é uma ode à vida no mar. Bem idealizado, bem produzido. Suas personagens não são pessoas aventureiras, não são audazes nem d…

Gennaker, para encerrar o assunto!

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Acho que estou ficando meio bitolado nesse assunto, rs. Mas odeio quando procuro informações na internet e não as encontro, ou se as encontro, mas são escassas. Com o assunto gennaker foi assim, por isso tudo o que eu assimilei estou postando, para ajudar quem estiver na mesma trilha que eu e aprender com quem sabe mais.

Separei algumas fotos da regata Aratu x Maragogipe 2010 para ilustrar melhor as diferenças entre uma gennaker e um spinnaker e demonstrar as regulagens para cada mareação. Os créditos das fotografias vão para o álbum de Roberto de Almeida, no PicasaWeb.
















Nessa foto, por exemplo, vemos uma gennaker (azul e branaca ) e dois balões (spinnakers), um vermelho e outro verde e branco. Notem que a gennaker tem sua amura mais rente à proa do que o balão, que fica preso ao pau de spinnaker. No tope da gannaker vemos, recolhido, o abafador (ou camisinha).















Na fotografia acima vemos uma gennaker regulada para o vento em popa (mais ou menos 150° de vento aparente). Notem que a adriça e…

Ainda sobre gennakers...

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Ainda falando sobre gennakers, no último final de semana (28 e 29 de agosto) tive a oportunidade de verificar a utilização de duas dessas velas, em veleiros e situações distintas. A primeira foi no dia 28/08, no veleiro Meltemi (Farr 32), do comandante Alan Trimboli e do qual sou tripulante em regatas. O percurso entre a Ponta Grossa e a Ilha dos Arvoredos permitiu o uso dessa vela Assim que montamos a Ilha da Moela (por fora). O vento vinha de SE, começando em 10 nós e depois indo para 07, depois 05 e, por fim, na merreca total.

O Meltemi possui gurupés, o que melhora a armação da vela. Além disso, utiliza um abafador, que permite que a vela seja içada fechada e desfraldada quando as escotas e o barco já estão na posição ideal.

Na foto abaixo é possível visulizar o cabo que vai do cockpit ao gurupés (verde, rente ao convés) e as escotas de controle, uma vermelha e outra verde.

Na foto seguinte o cabo que controla a amura foi liberado e a vela armou mais para fora do barco.

As escotas de …

TIrando o sutiã

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Boas!

Após ter optado por uma buja ao invés da antiga genoa 150%, percebi que nos ventos folgados (e fracos) o Cusco estaria com pouco pano. Optei, então, por uma gennaker, que chegou na sexta-feira, 20 de agosto, feita pelo Paulo Patti, da velaria 2meios (11 - 2854-1447 ).


















Em homenagem ao povo gaúcho, (que enquanto a Alice não nasce, é maioria aqui em casa), escolhi as cores da bandeira do Rio Grande do Sul, tchê! (interessante foi que ninguém - leia-se, a Almiranta- reclamou de eu comprar mais alguma coisa para o barco, rs).


Na foto, a besta aqui é vista ao longe, "tirando o sutiã"!!! É incrível a força que um simples ventinho produz nessa vela...
















A gennaker difere do balão (spinnaker) por ter um de seus lados ser diferente do outro, não havendo a simetria típica dos simétricos. A grande vantagem, na minha opinião, é que dispensa o uso de pau de spinnker, já que a amura da testa vai presa um pouco à vante do estai de proa ou em um gurupés. Isso facilita um bocado as coisas qua…

Receita de Bagre Ensopado

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......
Boas!
Sábado, 31/07/2010 não ventou. Fomos para o Cusco e aproveitamos para pescar. Deve ter sido sorte de principiante, pois a Brida pescou 01 Carapau e 02 bagres (sendo que esses últimos vieram na mesma linha!) e eu, uma besta completa, lancei a isca 05 vezes e em 04 peguei alguma coisa! No final, soltamos os menores e escolhemos 04 bagres para fazer ensopado. A receita é bem fácil de fazer e segue ao final. Porém, receita boa mesmo eu gostaria de ter para a dor que é a ferroada de um bagre! O último mandou ver em minha mão e há tempos eu não sentia algo tão doloroso! Primeiro você se desespera e pensa que vai morrer. Depois, percebe que não vai (morrer) e ai, se desespera... Mas a carne do peixe é boa (para quem gosta de cação, está quase lá).












... ......
Receita:
Ingredientes: 500 gramas de bagre, cortados em postas; 03 tomates; 03 batatas médias; 01 pimentão amarelo; 01 pimentão vermelho; 01 pimenta americana; 01 cebola; 01 dente de alho; 01 ramo de cheiro verde e cebolinha (imp…

Imaginem se fosse com o Cusco?!

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Baleia surge de repente e destrói iate na África do SulEra para ser apenas um passeio em dia ensolarado. Mas Ralph Mothes, de 59 anos, e Paloma Werner, de 50, tiveram sorte de escapar com vida. O casal estava navegando tranquilamente pela costa da Cidade do Cabo (África do Sul) quando, de repente, uma baleia saltou da água e atingiu em cheio o iate de dez metros. Como o motor foi poupado, Ralph e Paloma conseguiram atracar. Aí se refizeram do grande susto (in http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/)

E pensar que a Priscila vive sonhando em em encontrar uma dessas...

Chinen/Indaia/Chinen

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O Chico no leme do Cusco Baldoso


Para marcar o retorno do Cusco aos mares o barquinho ganhou um painel solar Kyocera de 20W, um motor de popa Mariner 4HP 2 Tempos e, como quem tem dois, tem um, outro motor reserva Tohatsu 2.5 hp, que acabou virando meu motor principal.















Apesar de pequeno, ele toca o barco na velocidade máxima teórica do casco (5,00 nós), é bem leve (12 kg) e custou bem baratinho. Em geral apenas uso o motor para entrar e sair do canal, isso quando não tem vento, situação em que "vamos no pano mesmo!".

O Mariner será usado em travessias, que tão cedo não deverão ocorrer por causa do tripulante que vem vindo.














O Honda 7,5 passei nos cobres. Bom motor, mas muito pesado. Além de baixar demais a popa, era muito difícil de manusear.

Na velejada de ontem, 09 de julho de 2010, tivemos a presença do meu velho amigo Chico, companheiro das remadas da madrugada, até hoje relembradas com nostalgia...

Para não ser diferente, meu amigo fez uma homenagem ao estado gravídico da Pri…

Velas ao vento!

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Depois de mais de um mês docados, a pintura do convés do Cusco finalmente foi encerrada. Aproveitei, então, para levar a Pri e o nosso neném (na barriga!) para dar uma votinha (bem inha) no canal de bertioga e testar o enrolador de genoa (nautos - cod. 96134) recém instalado.


Serviços executados entre 03 de maio e 12 de junho de 2010: pintura do mastro e retranca; pintura do convés (três demãos, no compressor, branco); lixamento e novo verniz para as madeiras do convés e tampas dos paióis; pinutra do interior dos paióis e instalação do enrolador de genoa.

Em julho e agosto iremos refazer toda a parte elétrica, instalar o carregador solar para as baterias (banco de 100A) e trocar a genoa. Essa saida foi interessante, pois como eu já vinha observando, a navegação no canal requer atenção com o encalhe e perícia na hora de atracar, por conta da maré que chega a 6 nós!

Embarcações típicas do litoral brasileiro - Vol I - Maranhão

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Em outubro de 2006 eu fugi de casa... e depois de escapar por um triz de embarcar no vôo 1907 da Gol (aquele que caiu após o choque com o Legacy) acabei indo para o Maranhão. As fotos a seguir são parte de uma coleção, maior, que tem como o tema central embarcações à vela típicas do costa brasileira. O termo "típicas" não se confude, nesse contexto, com embarcações tradicionais ou antigas. Por isso que este post traz além das costeiras, alguns catamarãs e até mesmo trimarãs de concepção mais moderna, todos porém típicos do litoral do Maranhão. As fotografias foram feitas em São Luís (ponta da areia), no Rio Preguiças (entre Barreirinhas e Atins) e em Alcântara. Nessa viagem conheci duas pessoas que merecem destaque: o Sérgio Marques, do estaleiro Bate Vento e o Mestre Sérgio, artesão responsável por construir réplicas de embarcações tradicionais (ai sim) maranhenses, na Rua da Estrela. O "novo" e o "velho" da arte que é navegar naquelas águas...