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A mostrar mensagens de Julho, 2014

Seguro Obrigatório de Embarcações - DPEM ON LINE

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Boas!

Todos os anos as embarcações de esporte e recreio devem renovar seu seguro obrigatório - DPEM. Esse seguro não cobre sinistros com a embarcação em si, mas com danos causados por embarcações à integridade e à vida de pessoas, transportadas ou não, nos moldes do DPVAT. O valor do prêmio varia entre R$ 17,20 e R$ 93,23 por ano e gera em caso de morte ou invalidez uma indenização de R$ 13.500,00 e para o custeio de despesas médicas e suplementares, de R$ 2.700,00.  A contratação desse seguro é orbigatória e o porte do comprovante na embarcação também é!
A contratação e a renovação é um processo simples e pode ser feito totalmente on line no site do DPEM On Line: http://www.dpemonline.com.br/ - dica do Matheus Eichler.
Seu DPEM está em dia? Não marque bobeira!
E vamos no pano mesmo!!!

São Francisco do Sul - SC

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Boas!

Nosso plano era sair na sexta, 25, bem cedinho para irmos até São Francisco do Sul, no norte de Santa Catarina. Essa era nossa terceira tentativa de ir até lá. A primeira foi com o Malagô, no final do ano passado, frustrada por um fuzil rompido em regata. A segunda foi no início desse mês de julho, brecada por um exame médico da Priscila. Dessa vez iríamos  de qualquer jeito.
Na quinta, porém, atendi o celular e acabei tendo que vir trabalhar na sexta. Um testamento que eu tinha que redigir e formalizar deixou se ser "para quando você puder" e tornou-se "urgente, para ontem". Essas coisas levam tempo e demandam atenção (e, mais do que isso, pagam muitos meses de marina) e São Chico (já estou íntimo) ficaria para depois. 
Trabalhei o dia inteiro, o que atrapalhou nosso cronograma. Conversamos e  acabamos decidindo ir assim mesmo, no sábado. Seria uma viagem longa e cansativa, mas do contrário faríamos o quê? Entre ver o mundo e o sofá, melhor ir lá ver como é…

Adeus roda de leme!

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Boas!

Semana passada, seguindo o cronograma interminável de reformas e manutenções do Malagô, fomos para Ubatuba trabalhar. Para isso tirei uma semana de férias, o que é algo meio contraditório, pois férias são por definição um período para não se trabalhar... Originalmente, confesso, essas férias tinham outro propósito: fui convidado pelo Alexandre Dangas, do Superbakanna, para participar da 41ª Semana de Vela de Ilhabela (um antigo sonho). Porém, contudo, todavia e entretanto a logística para deixar as meninas sem mim durante todo esse tempo sacrificaria demais a Priscila e todo homem do mar sabe que a vida em terra fica muito mais difícil se a Almiranta está descontente. Como meu potinho de sonhos anda cheio esse ano (travessia Rio - Angra vindo ai, conhecer o Museu Nacional do Mar ontem e a Refeno em setembro, isso sem falar do que faremos em janeiro) abaixei a bola e escolhi ficar com as mocinhas, sem arrependimentos a não ser o de ter sido indelicado com o Alexandre. Mas ele é m…

SOS Malibu

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Eu velejei muitos anos em monotipos, antes de ir para os veleiros de oceano. O penúltimo deles foi o Dom Fernando, um Dinghy Andorinha projetado pelo Cabinho, construído pelo meu amigo Fernando Leitão no Rio de Janeiro (no galpão de São Cristovão) e terminado aqui no Guarujá, na Náutica Sangava.

Ainda na "fase de testes", sai com a Priscila (que opção ela tinha?) e fiquei velejando na entrada do canal de Santos. O vento apertou, pois estava entrando uma frente fria e decidi reduzir os panos, abaixando a buja. Dizem que cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. Mas nesse dia não foi bem assim.
Um navio estava saindo do porto e, como sempre ocorre nessas situações, nós evitamos cruzar o canal, mantendo a navegação na região próxima a uma das margens. Estávamos na margem de Guarujá, em frente à sede náutica do CIR quando ouvimos o  PLAFT!
O estai de proa estourou. Pudera! Ele era mais fino do que o especificado no projeto e sem o cabo de aço que havia na testa da buj…

Vento!

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Boas!
Esse final de semana fiz instrução de monotipo para dois alunos, o Luciano (no sábado) e o Eduardo, (no domingo). No sábado ventou bem (quase dez nós), mas no domingo a coisa ficou boa demais da conta, sô - nas rajadas o vento chegou a quinze nós. 
Nos dois dias fizemos uma velejada típica de dias de vento leste na baía de Santos: saímos do clube (no vento), empopamos no sentido de São Vicente (W) e de lá retornamos em vários zigue-zagues, em  uma orça bem apertada, até voltar para a rampa, no pano mesmo. Como estava "a trabalho" levei o mercury 3,3 HP na popa do Daysailer. Apenas um placebo, pois nem gasolina havia no tanque.




Uma conclusão que cheguei é que preciso de uma GO-Pro urgentemente, pois fiquei tão ocupado caçando e folgando escotas (e fazendo escoara, claro) que fotografar ou fazer um vídeo foi algo simplesmente impossível. Em compensação hoje nem parece que um caminhão me atropelou, ou seja, meu condiconamento físico está retornando, graças a essas velejad…

Velejando na bruma...

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Boas!
Quando eu tinha barcos pequenos vivia sonhando com os grandes. Dizem que o barco ideal tem sempre três pés a mais do que o nosso atual. Comigo, porém, tem  ocorrido o oposto: tenho lançado os olhos para os pequenos. Por conta disso nesse sábado  decidi  velejar no Cusco Baldoso, o Daysailer de nossa escola de vela que fica em Guarujá. 
Para a "aventura" convidei o Cassio Souza e o Aruã Covo, que prontamente aceitaram. O dia amanheceu com um espesso nevoeiro e não tínhamos certeza se daria para sair, especialmente porque não levaríamos o motor de popa - a coisa tem que ser no pano mesmo! Montamos e desmontamos o barco duas vezes, para eles aprenderem os macetes e fomos esperar o vento no bar do clube. Nessa o Jefferson, do Goludo, apareceu e como ele sempre atrai muito vento não deu outra: após meia hora de papo o dia foi salvo e o vento entrou - fraquinho, mas o suficiente para o Cusco. Grande Jefferson!!!




Velejamos pela baia de Santos e conseguimos simular três perna…

Cadê o horizonte?

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Boas!

Quem frequenta as praias do litoral norte paulista e sul fluminese  tem uma relação íntima com a Rodovia Rio Santos, a "infinta highway".  Com pista simples e cheia de curvas, a estrada nos provoca  as sensações mais variadas e ouso dizer que ela é um passeio dentro do passeio. Mata atlântica por todos os lados, cachoeiras aqui e ali, a "muralha" da serra do mar acolá e de tempos em tempos vislumbres do mar de tirar o fôlego.
Para ir até Ubatuba eu a pego desde o seu fim, em Santos, no quilômetro 246. O Saco da Riberia está no quilômetro 62. Desde a travessia de balsas até o pier da Ribeira são exatos 199 quilometros, que quando não há trânsito temos feito em três horas e meia. 
O trecho mais íngreme é a serra entre Boiçucanga e Maresias. Sete quilômetros de suplício; o mais lento vem logo a seguir, entre Maresias e o centro de São Sebastião. Vinte quilômetros de curvas para lá e para cá, a uma velocidade média de cinquenta quilômetros por hora. Esse trecho, …