sábado, 24 de dezembro de 2011

Hoje, só ano que vem!


A Tripulação do veleiro Cusco Baldoso deseja a todos um feliz natal e um 2012 repleto de ótimas velejadas! 
Quanto ao que estamos fazendo esses dias,só ano que vem!!!

sábado, 3 de dezembro de 2011

Regata da Marinha 2011 - Fotos

Pois é,
O dia da Regata da Marinha traz a constatação inevitável:o ano está acabando! As férias estão chegando!








Bons ventos!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

sábado, 26 de novembro de 2011

Cusquinho, parte III

Boas!

A parte externa está praticamente pronta. Faltam apenas alguns detalhes. O verdugo já está colado, foi feita a fibra onde deveria e a pintura com esmalte sintético laranja. Há alguns anos eu fiz uma vela com o Arnaldo Andrade, da Cognac, e ele me disse que o laranja era a cor de mais fácil visualização em caso de mau tempo e más condições de visibilidade. Fiquei com isso na cabeça e espero não descobrir se ele estava certo!





terça-feira, 22 de novembro de 2011

Regata da Marinha 2011 - Aviso de Regata

AVISO DE REGATA

39ª REGATA MARINHA DO BRASIL

03 DE DEZEMBRO DE 2011

Organização: SOAMAR, CIR e ICS.

Local: Baia de Santos

Data e horário: 03 de dezembro de 2011 - concentração a partir das 12h00 em frente ao Aquário Municipal de Santos.

Classes  convidadas: MONOTIPOS (Dingue, Holder, Laser, BIC e Aberta) e OCEANO (ORC, RGS-A, RGS-B, RGS-C e Bico de Proa).

Inscrições: GRÁTIS, nas secretarias do CIR ou do ICS.

Confraternização na sede da CPSP a partir das 16h00.

Obs.: Na monotipo não localizei os Catamarãs (HC14 e HC16), penso que haverá mudanças. Se não, os mesmos deverão correr na ABERTA.

Bons ventos!

domingo, 20 de novembro de 2011

Visita ao NAe 12 São Paulo - Porta Aviões São Paulo

Boas!



Construído na França entre 1957 e 1960, o nosso São Paulo serviu à Marinha da França como porta-aviões da Classe Clemenceau sob o nome "FS Foch", uma homenagem a Ferdinand Foch, comandante das tropas aliadas durante a Primeira Guerra Mundial.
Adquirido pelo equivalente a 12 milhões de dólares norte-americanos em setembro de 2000, foi recebido operacional pela Marinha do Brasil a 15 de Novembro desse mesmo ano, no porto de Brest, na França, quando teve passada a sua "Mostra de Armamento".
Com 50% mais velocidade e podendo transportar o dobro de aeronaves que o antigo NAeL Minas Gerais (A-11), o NAe São Paulo (A-12) opera aviões de ataque AF-1 e helicópteros, sendo hoje a capitânia da Armada.


O São Paulo esteve aberto à visitação pública nos dias 19 e 20 de novembro de 2011 e a tripulação do Cusco Baldoso esteve por lá! Confira algumas fotos:














Bons ventos!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Cusquinho, parte II

Boas!

A obra do Cusquinho vai bem. Já está tudo colado e filetado internamente; toda a costura foi retirada e os grampas retirados. Hoje impregnei a parte externa do casco. Depois de curada farei a fibra dos cantos e a preparação para a pintura externa. Depois é o interior. Mais uns dez dias e já será possível testá-lo aqui na baia de Santos.

Usei para a filetagem 2 kgs de massa de filetagem Tuboliti/Scuna. A parte externa consumiu 1kg de resina epóxy Tuboliti/Scuna 9100 - Standard e isso pois fui bem generoso.






E vamos que vamos!

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Cusquinho...

Boas!

Em Paraty um botinho de apoio faz falta, pois facilita em muito o acesso às praias.

Por isso, aproveitando sobras de material do Tiki 21, essa semana "rascunhei" um para a gente. Modifiquei o projeto do Dinghy D5 (na verdade, o adaptei para a chapa de compensado naval do padrão brasileiro - 1600 x 2200mm. Para isso, as medidas do projeto foram diminuídas, todas, em 9%). O bote não vai pesar mais do que 20 kg e tem apenas 2,10 metros de comprimento. Viaja no rack do carro. A laminação será bem simples: resina epóxy, tecido 100 ou 200, com ênfase nos cantos. Pintura com esmalte sintético. O projeto prevê possibilidade de se velejar com ele, mas o Cusquinho será apenas um botinho de apoio. A parte debaixo dos assentos serão compartimentos estanques. 

Tudo consumiu apenas três chapas de compensado naval de cedro, ao custo total de R$ 270,00 (chapas que, no meu caso, eram sobras).

Se alguém se interessar pelo projeto, ele é grátis e o download pode ser feito AQUI.

As fotos a seguir foram feitas em 09/11/2011. A estrutura foi toda armada. Identifiquei defeitos, fiz as marcações e amanhã irei corrigi-los. Depois, montarei de novo a estrutura, farei o alinhamento final e iniciarei a colagem/laminação.




E vamos que vamos!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Dados técnicos do Atoll 23

Boas!

A exemplo do que fiz com o Rio 20, a seguir disponibilizo alguns dados técnicos sobre o Atoll 23, projetado por Roberto Mesquita Barros, o Cabinho e fabricado pelo estaleiro Multiglass até os primeiros anos  da década de 80, quando então a indústria náutica brasileira entrou em colapso (do qual, aos poucos, começa a se recuperar):




Ainda é cedo para colocar minha opinião de proprietário, mas assim que conhecer bem o barco o farei.

Bons ventos!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

De novo um Cusco Baldoso!

Boas!

Fitzroy é um nome difícil de entender (do ponto de vista fonético). Cada um fala de um jeito e quase ninguém entende de primeira. O lance da homenagem ao capitão do Beagle até era "bonitinho", mas eu sinceramente não gostei de algumas situações em que, no radio, chamamos a Marina e ninguém entendeu nada. Claro que um "Foxtrot", "India", "Tango",  "Zulu", "Romeu", "Oscar" e "Yanke" resolvem, mas não seria nada muito prático.

Então, inaugurando a fase "o importante é velejar, o resto é perfurmaria", mudei o nome do atollzinho. Temos, então, de novo, o bom e velho Cusco Baldoso, reencarnado e três pés maior!

Passamos o feriado de finados em Paraty. Chegamos no sábado, dia 29/10 com sol. Velejamos no dia 30/10, entre nuvens e com um belo ventão e, depois, pegamos chuva e frio (sim, frio!) até o dia 01/11, quando não aguentamos mais e voltamos. No dia seguinte, pelo que vi no blog do veleiro amigo GAIPAVA, do novo amigo real (antes e por muito tempo, virtual, Ricardo Stark - O Forte!), fez um belo dia de sol e a velejada foi ótima. Mas para nós o prazo de validade já tinha vencido e eu não vou forçar as meninas além do limite. Minha tripulação é 75% feminina e isso exige certos cuidados.

E vamos que vamos!


Nossa pequena navegadora...
Final de tarde em Jurumirim...



Ricardo Stark - O Forte, a bordo do Cusco Baldoso, em Paraty!

domingo, 9 de outubro de 2011

Chart plotter GPS "Caseira"

Boas!

Velejador gosta de soluções eficientes e econômicas.

A eletrônica hoje em dia está muito em voga e o tal do GPS parece ter virado o capitão de muito barco. Nos meus  barcos a coisa não é bem assim. Neles quem manda são Netuno, Éolo e, após esses dois, eu. O GPS não navega para a gente, mas com a gente e é uma ferramenta bastante interessante, se bem utilizada. Mas atenção: não é o único método de determinação de posição que o navegante deve dominar!

Essa semana montei uma chart plotter interessante e que funcionou de forma eficiente e econômica (custo total R$ 1.047,00).

A receita é simples:

INGREDIENTES:

01 notebook 

Eu montei o sistema utilizando um notebook samsung que comprei naquelas promoções relâmpago do Extra por R$ 899,00. Mas penso que Netbooks são melhores para esse fim, pois suas baterias duram mais! É verdade que eles têm menos recursos que os note, mas tempo de bateria é essencial. O meu tem no máximo quatro horas. Alguns netbooks  têm fonte de alimentação 12 v. Eu tinha um desses, da Asus, mas a tela LCD quebrou. Esse tipo é ideal pois pode ser alimentado pelas baterias do barco...

01 antena receptora GPS

Montei o sistema com uma antena receptora GPS MOUSE vendida pela internet por R$ 148,00 pela empresa Trilha21. A instalação é simples (apenas um driver, disponibilizado no site do vendedor e roda em Windows - até o 7 - e Linux). O cabo tem  1,8 metro e a base da antena é imantada e resistente à água. O datum é o WGS-84.

Software de navegação compatível com o protocolo NMEA-0183 e Cartas Náuticas Digitais

Montei a minha chart plotter amparada no Seaclear, que assim como as cartas náuticas digitais podem ser baixadas no site da MARINHA DO BRASIL e, o melhor: GRATIS!

O Seaclear é bem completinho e além do básico (posição atual na carta e em dados - Lat/Long - , velocidade e curso), permite planejar e executar rotas de forma bastante completa, fazer anotações nas cartas, organiza o diário de bordo, marca a trilha do barco e o segue em automático (ou não).


MODO DE PREPARO:


Instale os drivers do receptor GPS, o Seaclear e as cartas. Ligue o receptor na saída USB e pronto, comece a navegar!




O "mouse" da foto na verdade é uma antena receptora de GPS.




Em vermelho a posição do barco. À direita, dados básicos de navegação.



E vamos que vamos!

domingo, 2 de outubro de 2011

Fitzroy...

Pois é, o mundo é mesmo um lavabo de tão pequeno.

Em dezembro de 2009 fizemos um charter na Ilha Grande, com os nossos amigos  Marcela e Ulisses. Na marina que serve de base para o Coronado havia um Atoll 23 em uma carreta, meio largadão (na verdade, totalmente abandonado) de nome Capatosta. Ficamos namorando o barco, pensando em trocar o nosso barco de então, o Brisa, por algo maior.

Vendemos o Brisa após três dias de anunciado, no carnaval de 2010.O mundo girou um bocadinho de nada e acabamos encontrando em Paraty o Peixe Vela, um Rio 20 que virou Cusco Baldoso e que nomeia esse blog (o qual, para a minha surpresa, nos trouxe vários amigos pelo mundo!). Ficamos lá por uns dois ou três meses, tempo suficiente para algumas aventuras e para encomendar a dona Alice para a cegonha, na páscoa de 2010 (o que a torna, de certa forma, cidadã paratiense). Trouxe o barco para Santos em uma travessia repleta de equívocos, mas rica em revelações, todas muito úteis.  A vida, de uma forma ou de outra, acaba separando o joio do trigo. E isso é muito bom!

Nos instalamos na Náutica Chinen, no canal de Bertioga. Quando a Alice estava prestes a nascer, em 28/12/2010, chegou um barquinho conhecido na marina... O Capatosta, comprado pelo Fabio, de São Paulo. Acompanhei a reforma de perto, feita em grande parte pelo Pirulão e ajudei um bocado. Depois de alguns meses o Atollzinho, que virou  Fitzroy (em homenagem ao capitão do HMS Beagle), virou vizinho de poita do Cusco Baldoso, Rio 20 já famoso por sua habilidade em nos levar até ali e trazer de volta, em segurança. Mas nunca navegou... apenas boiou e boiou, ao sabor das fortes correntes do canal.

Quatro meses depois fiz uma bela e grande reforma no Cusco. E antes que a mesma estivesse completa recebi uma oferta irrecusável e, sob muitos protestos da Almiranta, vendi nosso barquinho. Esse foi o primeiro equívoco. Houve um segundo: iniciei a construção de um catamarã 21 pés, projeto James Wharram, modelo Tiki 21 que batizei de Baldoso.

O inverno passou, começou a esquentar, a fazer sol... a Alice já estava durinha e muito, muito curiosa... E nas minhas previsões mais otimistas ainda levaria um ano construindo o catamarã... Perdoai-me, Senhor, mas sou fraco... Não consegui esperar. A construção naval não foi feita para os arianos, ainda mais para aqueles que têm aries no ascendente.

Reencontrei meu amigo Sêneca e sua carta a Paulino, "Sobre a brevidade da vida" e, nela, duas passagens que me fizeram ver tudo com outros olhos (ou com os olhos de sempre):  "Pequena é a parte da vida que vivemos. Pois todo o restante não é vida, mas somente tempo" "Que tolice dos mortais a de adiar para o quinquagésimo ou sexagésimo anos as sábias decisões e, a partir daí, onde poucos chegaram, mostrar o desejo de começar a viver"

Se é preciso coragem para desdizer o oposto do que dissemos antes, eu sou deveras corajoso. O Tiki 21 não é  o nosso barco. Nunca foi e eu  só não vi isso porque não quis. E eu nunca fui talhado a passar dias confinado, construindo algo para ser usado no futuro longínquo e incerto. Simples assim.

Quando levei o casco pronto do Tiki 21 para a marina do Oscar Chinen, descobri que o Fitzroy tinha sido vendido e levado para o Rio de Janeiro, de volta para Angra dos Reis. "Perdi ele de novo!" - pensei. Naquele dia decidi que compraria um barco. E seria um Atoll 23, pois apesar do desejo por um 30 ou mais pés, o caixa ainda não permite a ousadia. Comprar é fácil, difícil é guardar e mais ainda, manter.

Visitei vários barcos, em especial dois Ranger 22, um Ranger 26 (mas os runners me fizeram desistir), dois Atoll 23 e três O'day 23. Em uma dessas idas e vindas encontrei o Rodrigo, um carioca gente fina  que tinha um Atoll 23, em Angra, para vender. O nome do barco? Fitzroy.


A capa da vela revela um conflito de identidade: Fitzroy ou Capatosta?! Ainda tem uma plaquinha lá dentro com um terceiro nome: Gita III. Na próxima visita vou resolver isso. Ainda bem que não acredito mais em certas superstições.... 

O barco me foi entregue na Marina Pier 46, em Paraty, no dia 30 de setembro. O catamarã será terminado, mas  sem compromisso com "quando". Sem remorsos... (se bem que seu eu não terminar, segundo a Priscila, levo uma surra... mas como ela não me deu prazo para isso, a gente vai levando, torcendo para ela não ler essa parte). Talvez eu o torne um trimarã... talvez o deixe aqui e fique com o Fitz em Paraty... vai saber?! Eu, com certeza, não sei...

E assim começa a história do resto de nossas vidas... e Paraty está no centro de tudo, de novo.


terça-feira, 6 de setembro de 2011

Cruzeiro Costa dos Tamoios

Boas!

A Associação Brasileira de Velejadores de Cruzeiro - ABVC - é uma das poucas  ilhas de lucidez no mundo da vela.



A iniciativa mais recente  e extremamente louvável é a criação do Cruzeiro Costa dos Tamoios. Complementar aos Cruzeiros Costa Verde (cujo grau de dificuldade é fácil), Costa Sul (moderado) e Costa Leste (avançado), o novo modelo visa a ser uma opção de nível médio para os velejadores iniciantes.

A ideia central é tão simples quanto bela: sair de Ubatuba, com destino à Paraty, passando pela temida Ponta da Juatinga, navegando em uma flotilha de no máximo vinte e cinco veleiros. Ao longo do caminho são previstas várias paradas em pontos de beleza ímpar como a Ilha Anchieta e o Saco do Mamanguá.

Ao final o navegador e sua tripulação, principalmente a iniciante em cruzeiros, estarão integrados a essa comunidade e mais confiante em fazer pernas maiores. As inscrições custam R$ 80,00, estão abertas apenas para sócios da ABVC e podem ser feitas a partir de hoje, 06 de setembro. As embarcações deverão zarpar de Ubatuba no dia 09 de outubro.

Mais informações em: www.abvc.com.br/blog

E vamos que vamos!

 O Cusco Baldoso, se preparando para montar a Ponta da Juatinga (ao fundo), 
na travessia que fez entre Paraty e Guarujá nos dias 01 e 02/05/2010.

sábado, 3 de setembro de 2011

Estaleiro vazio... por enquanto!

Boas!

Hoje o veleiro foi para a marina, onde será terminado. A fibra já havia sido bem lixada até o casco ficar lisinho como da primeira vez. Depois apliquei a massa niveladora.

Em setembro não devo voltar a mexer nele. Semana que vem, dia 06, partiremos rumo à Cananéia e região, para investigar o caminho do Peabiru e o que tem por lá sobre a figura do Bacharel de Cananéia.





E vamos que vamos, de carro ou de jipe mesmo (também não decidi ainda)!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Imagens de Guarujá...

Boas...

Enquanto não dá para navegar, a trupe vai relembrando alguns lugares bacaninhas da Ilha de Guaibê:











Velejando no Nordeste...

Boas! Por conta do lançamento do livro A Travessia Azul, fiz palestras em algumas cidades para contar para as pessoas mais sobre o que ...