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A mostrar mensagens de Novembro, 2010

Rio Jaguareguava

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Boas!

No último final de semana, finalmente, encontrei a janela de tempo que esperava para ir ao Montão de Trigo. Ventos de E, SE, entre 5 e 10 nós, mar bem baixo - 0,6m. Mas não fui.
Como falta um mês para a Alice nascer e, a partir desse ponto, já não acho legal a Pri ficar "zanzando" por ai, resolvi levar as meninas para um passeio que elas aproveitassem. O Montão pode esperar mais uma semana ou duas.

O destino foi um lugar que conheci nos meus tempos de canoagem oceânica (em que eu não tinha nem barriga!): o Rio Jaguareguava, em Bertioga.


















O plano era sair com o Cusco, entrar no Rio Itapanhau, deixá-lo em uma poita próximo à ponte da Rio-Santos e, de lá, seguir para o Rio Jaguareguava de bote. Mas ao chegar no Chinen eu tive outra ideia: alugar uma voadeira (R$ 40,00 o dia todo) e ir nela até o rio. Coloquei nosso motor na tal voadeira (que com apenas 4hp não voou muito, rs) e lá fomos nós. A barra do rio fica a 5 milhas do Chinen e em meia hora estávamos lá. Deu até para as …

Uma confissão!

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Boas!


Pois é, eu nunca contei isso aqui, mas antes que haja confusão é melhor eu esclarecer: o Cusco Baldoso é meu segundo Rio 20. Eu já tive um outro, antes, mas que nunca navegou e espera, até agora, por uma reforma que nunca veio. O nome de batismo era Equinoster, mas eu o rebatizei para Craca-à-Toa...

Com seu bom humor de sempre a história, com "h" mesmo, foi alvo de dois "posts" no Maracatublog, do não menos simpático (e mais famoso que o Lula) casal Hélio e Mara.


O primeiro post pode ser visto AQUI e, o segundo, AQUI!










O Equinoster, antes, em fotografia de Hélio Viana e...
















... o Craca-à-toa, depois: trabalho para doido!

Em breve farei uma visita ao local onde repousa o Craca e postarei fotos aqui no blog. Se alguém se habilitar a tocar essa encraca, digo, encrenca... é só avisar! O grosso do trabalho já foi feito mesmo e não sobrou nenhuma craca...

De volta ao mundo real (rs) e enquanto isso, vamos planejando nossa ida ao Montão de Trigo. Está tudo pronto ("Esta…

Motim!

Um motim a bordo é algo que nenhum comandante quer ver. Um dos mais famosos talvez seja o que aconteceu no navio inglês Bounty, no final do século XVIII.

Em 1787 o Capitão William Bligh partiu da Inglaterra para uma viagem de dois anos ao Tahiti. O objetivo da viagem era buscar mudas de fruta-pão, que seriam plantadas no Caribe, barateando o custo desse que era o alimento base dos escravos. Liderados pelo oficial Fletcher Christian, os marinheiros – já com as mudas de fruta-pão a bordo – se amotinaram, sem uma razão de fato muito convincente. Na verdade, nenhum deles queria deixar aquele paraíso de belas mulheres desnudas... E quem pode culpá-los, não é verdade?!O Capitão Bligh e dezoito marinheiros foram jogados ao mar, num pequeno barco, a sua própria sorte. Mesmo com pouca água e comida e de estarem em um escaler de apenas sete metros (que quase naufragou), o Capitão e seus homens navegaram 3600 milhas em 48 dias e sobreviveram. Com o auxílio de moradores de uma possessão holandes…

À espera de Alice...

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Pois é...

Dia desses eu estava na Ilha da Cotia (Paraty), com a trupe... e nem imaginava (apesar de desejar) que naquela foto da estrela do mar, dentro da barriguinha da Pri, já havia outra "estrelinha "...

Assim que pus os pés em terra depois daquela tragicômica travessia entre Paraty/Guarujá, no dia 02/05/2010, soube que em dezembro teria minha neném nos braços.

De lá para cá a barriguinha foi crescendo, virou um barrigão, e logo logo minha nova tripulante estará ai, prontinha para iniciar essa travessia que chamamos de vida. Que bons ventos a tragam, minha filha.

E em minha mente posso ouvir uma voz esganiçada e estridente perguntando, indignada: E eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeu???


















Duas estrelinhas... - Ilha da Cotia/Paraty, abril de 2010















Comendo bergamota no sol... programa de gaúcho, tchê!
Bertioga/SP, agosto de 2010















A Alice está chegando! - novembro de 2010















Churrasco no Indaia - 07/11/2010 e video da volta!

Estaiamento do Rio 20 - especificações

Boas!

Pesando em trocar o estaiamento do seu Rio 20?!

Use cabos de aço com as seguintes especificações: 1 x 19 - 4,00 mm.

50 metros são suficientes e sobra um pouquinho.

Nessa medida (4,00 mm) ainda é possível usar nicporess (de cobre, para evitar eletrólise), terminais norsemann (mais caros, mas que você pode fazer sem a ajuda de ninguém) ou terminais prensados.


Olho vivo nos pinos e cupilhas. Eles dão mais trabalho do que os cabos em si. TROQUE TODOS E TODAS!


Sobre o tema, ainda, leia esse artigono popa.com e assista a essevídeo , sensacional, que ensina como instalar terminais norsemann!


Bons ventos!

Roteiro - prático - para a regulagem do estaiamento do Rio 20

Boas!

No meio desse ano troquei algumas mensagens com um colega (advogado e velejador), de Campinas/SP , proprietário de um Rio20, em Paraty. Em uma dessas mensagens ele me fez uma pergunta: "Como regular o estaiamento do Rio20". Eu, uma besta completa, respondi: velejando! Nos meus barcos anteriores com estaiamento (dois HC14, um Dinghy Andorinha e um Daysailer) eu sempre regulei o estaiamento, justamente, velejando... Testando o que dava certo, o que dava errado... levava um tempão, é verdade. Mas no final o barco ficava reguladinho e, nessa hora, eu o vendia! rs.

Pois é, a resposta ao colega de Campinas, depois, me soou grosseira. E pouco precisa.

Então só me restou ir atrás, não é?!

Muita leitura na web, muita conversa daqui, dali e um livrinho muito bacana e que eu recomendo me ajudaram a elaborar um roteiro de regulagem. Antes de colocá-lo aqui no blog eu testei os resultados e foi tudo aprovado!

Outra observação é que esse roteiro se aplica, praticamente, a qualquer veleir…

Para pensar...

Pois é,

Em tempos estranhos, em que o velho Codex da inquisição é trazido de novo à baila, e justo a Narizinho vai parar nele (socorro!!!), fica uma frase que fez sucesso na web, da lavra de um grande velejador baiano!

"Hoje em dia, na vela e na vida, se eu não puder falar bem, eu fico calado. Se eu não puder ajudar, eu não atrapalho. Já vi tanta coisa boa ser ruim e tanta coisa ruim ser boa que penso muitas vezes antes de julgar alguma coisa"

Kan Chuh