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A mostrar mensagens de Março, 2015

A espera...

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Boas!

As obras da "Catedral", novo apelido carinhoso do Malagô, ficaram paradas entre domingo e quarta-feira. O motivo foi que o cedro rosa que comprei demorou para ser entregue. De toda a forma a coisa está indo bem. Ontem o lado de boreste já estava com as tábuas todas substituídas (não fotografei) e aplainadas, assim como duas cavernas que não estavam muito boas.

Como todo o material já está no estaleiro essa semana o ritmo deve ser retomado.

E vamos no pano mesmo!




Em obras!

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Boas!

As obras no Malagô seguem em bom ritmo. Entre terça e hoje já lixamos todo o casco (obras vivas e obras mortas) e começamos a retirar o calafeto (cordame que vai entre uma tábua e outra e impede que entre água dentro do casco). Também iremos trocar algumas tábuas que estão podres e uma outra que tem guzano (uma minhoca lazarenta que come a madeira). A continuar nesse bom ritmo na primeira maré alta de abril ele deve voltar para a água renovado.
E vamos no pano mesmo!
Galeria:









Malagô no seco...

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Boas!

No último sábado fizemos uma instrução de vela oceânica durante a regata Volta a Ilha das Cabras. Foi a segunda vez que eu dei aula durante uma regata e a experiência se mostrou bastante enriquecedora, a ponto de eu planejar colocá-la no curriculo de nossa escola. Um grande mestre da área nos já temos, o Alexandre Dangas e um super barco também, o Super Bakanna - lembrando que o Alexandre também dá aulas na represa Guarapiranga. A regata foi longa e nós tivemos que desistir pois foi preciso ligar o motor para evitar que abalroassemos a Ilha das Cabras (sem vento, fomos derivando em direção às rochas). Na tripulação estiveram comigo o Eduado Colombo e o Eloi Junqueira, turminha animada e no espírito da coisa. Foi a primeira regata de oceano deles.

Agora há pouco subimos o Malagô para o seco. Consegui com a ajuda dos marinheiros lá do clube um estaleiro de pescadores que sobe barcos de pesca muito mais pesados do que o meu. O sistema é antigo, o de "carreira" - um guinch…

Madeeeeira!

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Boas!

Quando eu trouxe o Malagô para Santos a ideia era fazer o fundo (calafetar e pintar com venenosa) e descer o mastro para refazer o verniz. Porém, o francês "Jàque" veio a bordo e já me preparo para uma longa temporada de reparos. Assim, "Jàque" o barco está aqui, vou fazer uma série de coisas. A ideia era voltar para o Saco da Ribeira no dia 28/03, mas nãos erá dessa vez...

Eu adoro Ubatuba e adoro deixar o barco lá. Mas a verdade é que o barco longe sempre acumula um tanto de coisas para fazer (ainda mais um barco de madeira, apesar de eu ter um bom marinheiro por lá). Lá a poita é minha, mas ainda assim eu tenho um gasto com AUMAR e Marinheiro. Aqui vou gastar o mesmo na mensalidade do clube, estando a apenas  dez minutos (a pé) do barco. Mas não dá para ter marinheiro, senão meu orçamento vai para o espaço. Não tem muito jeito.

Nesse espírito desci o mastro na última sexta-feira, 06/03, no Pier 26, com a ajuda do sempre amigo Cassio Souza (esse é meu amigo…

O fim do Classe Brasil Ondina...

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Boas.

Primeiro dos Classe Brasil a ir para a água, ainda na década de1940, o Ondina, BL13, ficou os últimos trinta anos sob uma carreta em uma marina de pescadores no canal de bertioga. Várias foram as promessas de salvá-lo, mas nenhuma conseguiu ser levada adiante. Nos últimos tempos já não se tratava de uma reforma, mas de uma verdadeira reconstrução e o custo disso é absolutamente proibitivo.
Essa semana a agonia chegará ao fim. O casco foi comprado por uma família que ama os Brasil, assim como eu - os Westphal, da Pier Boat/Volvo do Guarujá - e o pouquíssimo que sobrou será montado no Brasil deles, o Cangaceiro, ou vendido para interessados em clássicos. Mas não há quase nada, infelizmente.
Como consolo resta o fato de que parte desse barco, um dos mais importantes da história náutica de nosso país, continuará navegando por ai, seja no Cangaceiro, seja como o velame do Malagô (que é o do Ondina - BL13, seus "irmãos mais novos".
E vamos no pano mesmo...
Fotos do dia 04/03…

Nossos barcos!

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Conheça os barcos que são utilizados em nossa escola de vela:

+ Bakanna 
Fast 230
23 pés - um tripulante e cinco passageiros - Base Guarapiranga / Curso Básico e treinamento para regatas - Proprietário: Alexandre Dangas



Grandpa
Fast 230
23 pés - um tripulante e cinco passageiros - Base Guarujá / Curso Básico - Proprietário: Juca Andrade



Malagô
Classe Brasil 40
40 pés - um tripulante e nove passageiros - Base Guarujá / Curso Básico - Proprietário: Juca Andrade



Meltemi
Bruce Farr 32
32,6 pés - um tripulante e seis passageiros - Base Guarujá / Curso Básico - Alan Trimboli


Soneca
Samoa 33
33 pés - um tripulante e oito passageiros - Base Ubatuba / Travessias de Instrução e Explores - José Spinelli



Superbakanna
RC 33
33 pés - um tripulante e nove passageiros - Base Ubatuba - Curso Básico e Treinamentos para regatas - Proprietário: Alexandre Dangas



Nossa equipe...

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Boas!

Semana passada comunicamos a ampliação de nossa equipe de trabalho. Vamos, então, conhecer melhor nossos novos instrutores!
Alan Henrique Trimboli
Médico, capitão amador, velejador desde 2002. Alan é o cruzeirista da turma, já tendo feito pelo menos doze cruizeiros entre Santos e Angra dos Reis, três deles a bordo de um Atoll 23. Trouxe um Thor 12,5 de Porto Belo até Ubatuba. Participou da Regata Recife Fernando de Noronha em 2014 em um MC 31 e velejou nesse barco de Noronha até Cabedelo no mesmo ano.  Alan é o capitão do Meltemi (Bruce Farr 32), veleja pratciamente todos os finais de semana  e ministra aulas do curso básico em nossa escola desde abril de 2014 na base Guarujá.





Alexandre Monteiro Dangas
Piloto de helicóptero, mestre amador, velejador desde 1996.  Realizou diversos cruzeiros à vela entre Santos, Ubatuba, Ilhabela, Paraty e Angra dos Reis, realizados com Atoll 23, O´day 23, RC 33, Fast 310 e Brasília 32. Alexandre é o nosso especialista em regatas: participou de divers…