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A mostrar mensagens de Junho, 2014

A nova poita do Malagô.

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Boas!

Desde que voltei ao Saco da Ribeira fiquei em uma poita alugada de um mergulhador local, o Juliano (cel. 12 - 99793-3337). A coisa era provisória (eu consertaria o motor e retornaria ao Guarujá, para o CIR) e não fazia sentido comprar uma poita por ali. Mas, como dizia o poeta, nada mais definitivo do que as coisas provisórias e nessa toada o "Mala" ficará lá por mais tempo do que eu imaginava. O motor já está zero kilometro, mas o fato é que eu adoro aquele lugar...

No longo prazo o aluguel de uma poita na Ribeira não é caro. Eu pagava R$ 200,00 por mês. Mas com o passar do tempo esse valor pesa, pois com o valor de dez meses de aluguel é possível, com um pouco de sorte, comprar uma.

Como funciona?

Em princípio bastaria lançar a poita e, depois, efetuar o processo de registro junto à Marinha. Acontece que a Marinha deve autorizar o lançamento de poitas no local pretendido, pois isso interfere diretamente na segurança da navegação (não apenas na sua, mas na de outras e…

O que é ter um barco à vela?

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Boas!

Muitos me perguntam o que é preciso para ter um barco. Mas talvez a pergunta mais importante seja o que é ter um barco, em especial um barco à vela. A resposta mais imediata é até mesmo intuitiva: é poder velejar de lá para cá, sempre que o clima e o mar permitirem. Eu desde sempre me recusei a acreditar que seja apenas isso. Há muito mais em torno de cascos, mastros e velas e ter um barco não se resume apenas à navegar. Se ainda não inventaram a máquina do tempo um veleiro é, com certeza, uma máquina de tempo. É um lugar onde além de navegar você pode passar momentos com sua família e amigos, exercitando uma arte que hoje aos poucos vai caindo no esquecimento: a conversa olho no olho, em especial entre pais e filhos. Tem acontecido em minha casa e acredito que não seja um fenômeno endêmico: por vezes, na mesma sala, cada um está conectado em seu equipamento (eu incluso) e chega-se ao absurdo de haver interação on line com quem está a apenas dois palmos de distância, no mesmo so…

REFENO 2014

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Boas!

Este ano participaremos da Refeno 2014 a bordo do CAULIMARAN, o super Samoa 36 do Comandante Ulisses. Como não poderia deixar de ser, nossos alunos e amigos estão desde já convidados a se juntarem a essa valente tripulação, com condições diferenciadas de pagamento! 


"A Regata Internacional Recife - Fernando de Noronha atrai, todos os anos, competidores do Brasil e de várias partes do mundo. E não é difícil entender por quê. O mar, o vento e o clima de Pernambuco são ideais para a navegação. E as paisagens, tanto na partida quanto na chegada, são das mais belas do país. Os barcos partem do Marco Zero, ponto turístico do Recife e seguem com destino a Fernando de Noronha, ilha oceânica de águas cristalinas, onde é possível encontrar natureza pura, com golfinhos e atobás fazendo a festa dos visitantes. São 300 milhas náuticas de percurso, ou 545 km entre céu e mar. Organizada pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco, em parceria com a Federação Pernambucana de Vela e Motor, a REFENO …

Travessia Paraty - Ubatuba

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Boas!

Chegamos em Paraty de ônibus às 04h00 de sábado, 31/05. Na tripulação o Cassio e a Christiane, novos donos do Fast 345 Serelepe e o Edson, antigo dono desse belo veleiro. Por razões de logística dividimos a travessia em duas etapas: a primeira de Paraty até Ubatuba (Ribeira) e a segunda, ainda a acontecer, entre Ubatuba e o Guarujá (Clube Internacional de Regatas).
Embarcamos no cais da Pier 46 e seguimos até o posto de combustível da Porto Imperial, que só abriria às 07h00. O céu estava sem nuvens e trazia um azul profundo. Paraty continua um lugar especial. 
Lavamos o barco, enchemos os tanques de água e de diesel e  às 07h15 partimos, no motor, com vela mestra em cima. Fiz o primeiro turno no leme (duas horas cada tripulante). Seguimos até a Ilha do Mantimento e de lá para a Ilha do Algodão, passando pelo meio do Catimbau. Ao contrário do que sempre faço, entramos na baía da preguiça, saindo em Paraty-Mirim e de lá fomos até a Ponta da Cajaiba. Costeamos a Cajaíba, o Pouso e …