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A mostrar mensagens de Junho, 2012

Os novos barcos da próxima Volvo Ocean Race

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Boas!

Esse será o novo jeitão dos barcos da próxima Volvo. Projeto do titio Farr (ponto para os barcos da MJ Yachts, rs) os barcos serão monotipos, um pouco mais curtos que os atuais - mas espera-se tão velozes quanto - e o custo de uma campanha caiu para míseros quinze milhões de euros ( quem quiser apenas o barco, precisa desembolsar apenas quatro milhões e meio de euros e o barquinho já vem com dois jogos de velas!). Aproveitando que o Euro está com pouco fôlego, eu já quebrei o cofrinho de sapinho da Brida e estou recrutando tripulantes!




Fonte: Blog do Murillo Novaes (29/06/2012)

Para pensar um bocadinho..

Vela de tempestade!

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Nessas horas eu prefiro estar em casa assistindo TV, mas vai que?! Gostei do sistema!

Motor de popa - traquitana

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Boas!
Acabei tendo que fazer um suporte diferente para o mercuryzinho; A altura da rabeta ficou boa e ela mergulha bem no oceano azul. Mas dar a partida e acelerar ficou um pouquinho mais complicado.
Seguindo uma dica sensacional do amigo Airton Luciano Aragão, atual capitão doChapinha, estou dando a partida assim ó:


Também seguindo a dica do Airton, estou adaptando um comando a distância, para controlar a aceleração sem ter que me deitar fora do barco.

E vamos que vamos!

Motor de popa para o Atoll 23

Boas!
O Cusco veio com um motor de popa mercury 8hp, rabeta longa (que só me deixou na mão uma vez, na travessia entre Paraty e Santos). Em Paraty (minha vaga era no píer) eu sempre sofri com o peso dele. Aqui em Guarujá esse problema seria triplicado. O motor é levado até o barco - que está em uma poita - pela chata de serviço da marina e é colocado no lugar enfrentando o balanço da chata, o balanço natural do veleiro e as marolas das embarcações que  cruzam o canal. Peso é um problema sério nessas circunstâncias. 
Vendido o motor veio a dúvida: qual motor comprar? O plano era ter uma parelha para duas situações diversas: travessias mais longas (e ai o escolhido é o Yamaha 8 hp, rabeta longa) e para uso no dia a dia. Nesse último caso, a indefição estava entre o mercury 3,3 hp ou o mercury 5 hp, rabeta longa.
Muitos me disseram que o 3,3 tocaria o barco. Outros tantos que de jeito nenhum. Já o 5 tocaria sem problemas, mas ele é bem mais pesado (13 kgs do 3,3hp x 20 do 5hp) e R$ 1.000…

Nova propulsão

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Boas!


Esse mês o Cusco Baldoso inaugurou novos meios de propulsão: uma genoa 135 e um novo motor de popa, um mercury 3,3 hp.
O motor está em testes e eu farei um posto específico sobre. Já a vela, feita pelo Arnaldo da Cognac, ficou um espetáculo! O barco está orçando muito melhor e andando bem também. Antes dela eu só tinha a opção de uma buja (que para ventos fracos era um suplício) ou de uma genoa 150%, muito grande para velejada em solitário. A genoa 135% me atende em 95% das situações e dá potência sem virar um tormento.
A nova vela mestra está a caminho. Será full-batten e a retranca ficará mais alta que a atual.
Para ventos fracos/médios o arsenal do Cusco está completo - inclusive o assimétrico tem sido usado. Ontem,  em uma aula de vela bem bacana usei com um aluno e foi uma senhora velejada! Agora é hora de pensar no arranjo para ventos mais fortes. O plano é instalar um estai largável: na hora o aperto, enrolo a genoa e subo a buja de trabalho (acho que uma 90%).



O que é preciso para ter um barco?

Boas...
Há uns dois ou três anos um amigo me perguntou: "- O que é preciso para eu ter um barco". Respondi de bate e pronto: "-Dinheiro". Minha resposta foi tão grosseira quanto equivocada. A grosseria ele nem percebeu, pois já estava muito embriagado (talvez esta tenha sido a razão da minha má criação, pois para quem não bebe aturar bêbado não é fácil!). Mas o equívoco ficou, pois ele não comprou um barco.
Na verdade, a parte do dinheiro para comprar é a mais fácil de todas. A dificuldade está em manter. O maior entrave na disseminação de barcos não está na falta de cultura náutica do brasileiro, povo que não raramente se diz estar de costas para o mar. Não é isso o que eu percebo aqui no blog. Tem muita gente olhando para o mar, sim; muitos têm o desejo de descobrir o que é ter uma lancha, um veleiro, ou até mesmo uma canoazinha alada. 
Onde está o maior problema, então?
Na minha opinião está na guardaria. Depois de comprar, onde guardar? Marinas, com "m&qu…

O casaco vermelho...

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Boas!

A Alice está na fase hiper mega power blaster bagunceira. Mexe em tudo, tira tudo do lugar, escala as cadeias de montanhas do safá e das mesas da casa.  A Priscila vai para a faculdade à noite (esse ano acaba!) e eu fico com as meninas. Dá um trabalhão (às vezes bem "ão" mesmo!), mas é o ponto alto do meu dia. Sou feliz de ter uma profissão que me permite ver as meninas crescerem, estar em casa todos os dias no almoço e no jantar, levá-las ao colégio e ir buscar. 
Numa dessas noites a Alice decidiu por a baixo todos os meus livros - e casa de advogado, via de regra, tem livro que não caba mais. Na hora da (re)arrumação, encontrei "Cem dias entre céu e mar", do Amyr Khan Klink. Havia uma fina camada de poeira na capa. As páginas da 32ª impressão da Companhia das Letras já estavam amareladas. Meus olhos se perderam no vazio por alguns instantes...
Sem querer a minha baixinha tão amada me levou para longe, muito longe. Em segundos eu estava novamente na manhã do…