Regata em homenagem à Batalha Naval do Riachuelo

Boas!

A data magna da Marinha é 11 de junho, dia em que se comemora o aniversário da Batalha Naval do Riachuelo, que marcou a soberania do Brasil sob o Rio Paraguai. Essa foi a principal batalha da Guerra do Paraguai, pois se a Marinha não a tivesse vencido, as tropas inimigas teriam caminho livre para invadir a região que hoje é o Rio Grande do Sul.



A Soamar Santos, em parceria com o CIR organiza todos os anos uma regata festiva em homenagem a esse evento, com a presença de autoridades da Marinha do Brasil e da Sociedade Civil. Mais de trinta veleiros participaram do evento, que foi um sucesso.

Esse ano participamos com o Malagô. O mar estava ressacado, com ondas que chegaram aos três metros de altura (período de quatorze segundos). Os ventos vinham de SW, entre doze e dezesseis nós. O maior desafio, porém, era a temperatura. O dia começou com intimidadores nove graus!

Na tripulação estava eu, o Aruã (milgre!), a Patricia, o Eduardo, o Claudio e seu filho e o Carlos. Como o mar estava batendo muito e havia bastante vento adotei a estratégia de rizar a vela mestra, para que o barco não batesse tanto nas ondas. O objetivo era  de preservar os calafetos, que em um mar alto como aquele poderiam sofrer além da conta. Coisas de barcos de madeira! Com genoa 2 e vela mestra no primeiro rizo o Malagô andou sempre acima de cinco nós. Com mais pano ele andaria mais, com certeza, mas não fazia sentido. Ao final completamos a prova e fomos o primeiro lugar em nossa classe.

O veleiro Fratelli, do Marcelo Damini (Delta 36) e que está na reta final dos preparativos para subir para a Refeno 2016 aproveitou a ocasião para testar a buja de trabalho (vela desenhada para ventos frescos, acima de vinte nós). Não era o vento ideal para esse teste, mas os resultados foram satisfatórios.



E vamos no pano mesmo!

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