Nuvem...

Boas.

Meus amigos, uma coisa nessa vida náutica eu já aprendi: se está ventando e então a coisa pára a ponto de o mar ficar um espelho, prepare-se: a coisa ficará feia!

No dia 19/10, um domingo, sai com o Grandpa para dar aulas para o Hector e para o Marcio. O horário de verão recém estava por essas bandas (muito bem vindo) e acabamos saindo mais tarde, pois o vento por essas bandas só começa a soprar lá pelo meio dia. 

Pois dessa vez deu meio dia, deu uma, deu duas da tarde e nada. Pela manhã estava ventando, mas na hora de aparecer com vontade o danado do vento nada de dar as caras. Como de praxe, se até às 14h00 nenhuma atividade tiver sido feita a contento eu suspendo a aula e marcamos outro dia. Foi o que fizemos.

Subimos o barco, o Hector e o Marcio foram embora e eu fiquei fazendo hora no clube. Às 16h00 tomei o caminho da roça. Foi ai que vi a nuvem tsunami (um belo CB) vindo, do mar para terra, a mil. Chamei no VHF de mão o Meltemi e o Grazina, que eu sabia estarem na água para avisar, mas sem sucesso. Em poucos minutos a nuvem entrou, trazendo ventos de mais de trinta nós mantidos. Tivessemos insistido em esperar o vento e ele teria vindo: e forte! Dias depois vi as fotos do Alan, do Meltemi, e hoje as posto aqui. Em terra achei a coisa bem boinita. Durou apenas uns quinze minutos.

E vamos no pano rizado mesmo!




Comentários

  1. Oláa, estava lendo seu blog após cair aqui por causa do post sobre a regra de ouro de viajar com sua filha. Muito bacana!! Meu sogro tem um veleiro e vamos com minha filha de 5 meses pela primeira vez. Seu post ajudou muito
    (p.s - os irmãos do meu sogro eram os antigos donos do malagô, concidencia!!)

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    1. Ah, esse Malagô e os laços que ele forma, sempre nos surpreendendo! Aparecçam qualquer dia para velejar com a gente! Bons ventos!!!

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