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A mostrar mensagens de Maio, 2014

Papo de popa...

Boas!

Papo de Popa é o nome de um Ranger 22 que mora no Saco da Ribeira. Mas é, também, o que há de mais importante nisso que nós fazemos e que chamamos de velejar. Estive em Ubatuba entre sexta e saábado da semana passada e percebi bem isso. Dei uma conferida no Velho Mala e estava tudo em ordem. Passei o dia, então, encontrando pessoas. As atividades começaram com o César Pastor, Malui, e com o Ricardo Stark, Gaipava, que me ajudaram a traçar uma mega porção de tempurá no boteco do Shiva. Eu estava com saudades do meu amigo grandão. Depois, quando a chuva e o frio entraram, encontrei o Thiago, do Obstinado (ou, como nós o chamamos, o Thiago com "h"). No meio da tarde de sábado encontrei o Cassio e a Christiane, nossos alunos que acabaram amigos (um caminho geralmente percorrido) e com eles fui até Paraty, onde encontrei o Carlos Cravo, dono do Ausgang, no cais da Pier 46 - local que me traz muitas lembranças. Comprei o Malagô e o Cusco Baldoso ali, naquela marina e passei m…

Onde guardar um veleiro.

Boas!

Comprar um barco pode ser considerado difícil. Mas guardá-lo, pode ser mais.
Aqui no litoral de São Paulo a coisa varia muito. Em linhas gerais é possível guardar um veleiro, a partir de 23 pés, com quilha fixa e mastro na casa dos sete metros (o padrão dos oceânicos de entrada) apenas em Guarujá (na região do CING ou na do Canal de Bertioga), Ilhabela e Ubatuba. Não que não haja marinas em outros lugares, como Barra do Una ou Caraguatatuba. Mas é que nessa configuração canais assoreados e pontes no meio do caminho são entraves que impedem que se dê um uso à embarcação, o que pode ser frustrante.
A baía de Santos (Guarujá, pois em Santos não existe uma única marina) é que tem melhor estrutura de serviços, seja para quem é adepto do faça você mesmo, seja para quem gosta de mandar fazer. Há, porém, dois detalhes: o custo e a falta de locais para passeios. Não existe, por exemplo, uma praia abrigada de SW para uma ancoragem livre de preocupações. Não existe dormir fora com tranquil…

Nós amamos velejar...

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Dois minutinhos de prazer.Clique!


Regata de Aniversário do CIR

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Boas!

Ontem aconteceu a regata de monotipos do Clube Internacional de Regatas, na baia de Santos. Monotipos são barcos padronizados, não necessariamente de oceano, que permitem uma competição mais justa entre os concorrentes, pois não há diferenças significativas entre barcos de uma mesma classe e não é preciso adotar critérios de correção de tempo. São exemplos as classes Laser, Holder, Snipe, Daysailer, HobieCat, Ranger 22, HPE 25 e Soling.
Nossos amigos Cassio e Aruã alugaram o nosso Daysailer e foram para a raia, na classe aberta, onde conquistaram bravamente o terceiro lugar!









Parabéns à dupla e vamos no pano mesmo!



Daysailer para locação em Guarujá!

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Boas!

Nesse último final de semana concretizamos um antigo projeto de nossa escola de vela. Adquirimos um segundo veleiro, destinado a fazer instrução de alunos e, também, permitir que eles o utilizem sem instrutor para refinar a manter os conhecimentos adquiridos.
O barquinho escolhido foi um Daysailer, construído pela Tom Cat, ano 2007, top de linha. O Daysailer é um barco forte e muito resistente, totalmente estanque - não afunda!. Tem o mastro equipado com bóia de tope (em caso de virar o mastro não submerge, facilitando o desvire). A bolina e o leme são retráteis e desarmam ao menor toque, evitando que os mesmos se quebrem ao chegar na praia ou tocar algum objeto no fundo. 





Eu, que já tive um - o Brisa, que aliás deu início a este blog - sei que é um barco de excelente desempenho, muito estável, dócil e fácil de conduzir, podendo ser velejado por uma, duas, três ou quatro pessoas! 
Além disso a relação custo benefício da locação é inigualável: por uma fração do que custaria compr…

Turma 05/2014

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Boas!
Finalmente, depois de uma longa hibernação, o Malagô voltou a trabalhar. No último dia 03/05 demos início a nossa quinta turma de velejadores do ano, em Ubatuba.
Na tripulação dois casais muito interessados e animados: Rita e Rafael, Marília e Hugo. Eu os encontrei no Pier do Saco da Ribeira e após providenciarmos um pouco de gelo entramos na catraia da AUMAR e fomos até o Malagô, que está no "ponto final", quase no Flamenguinho.
Fizemos nossa instrução teórica e quando o pessoal estava terminando de aprender a fazer o lais de guia, meu ajudante do dia chegou. O Ricardo Stark? Claro que não, pois mesmo eu estando em Ubatuba ele continua dizendo que não veleja em barco velho! Quem veio dessa vez foi o Fernando Filoni, que foi dono do veleiro Acrux e, antes, do primeiro dos Vivre. Nós nos já conhecíamos lá do Pier 46, em Paraty, mas essa é outra história. O motivo do atraso foi o fato do Werner, do Jacaré VI (outra figura ímpar que tiver o prazer de conhecer pessoalment…

Como é que você aguenta essa vida?

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Boas!

Dia desses a Priscila me perguntou como eu aguento essa vida de velejador. A pergunta deve, antes, ser colocada em seu devido contexto. Eu havia ido para Ilhabela acompanhar o conserto do motor. Fui de carro. No fim, acabei levando o Malagô para Ubatuba, como já postei aqui. Voltar de Ubatuba para Santos, passando na Ilha para buscar o carro, foi uma epopéia que envolveu três ônibus circulares, três travessias de balsa e um hotelzinho de beira de estrada. Ao chegar em casa, como um "mendigo do mar", ela me perguntou, acolhedora: "Como é que você aguenta essa vida?".

A resposta vem fácil. Eu aguento por conta de dias como os do último feriado: um lugar lindo, céu azul, vento, mar de almirante , tudo funcionando como tem que funcionar; amigos aqui e ali, novos e velhos e a certeza de ter um lugar para voltar e chamar de casa, de lar. Eu aguento porque a bordo de um veleiro, mais do que em qualquer outro lugar, sou o protagonista da minha história. Traço eu mesm…