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A mostrar mensagens de Março, 2013

Vende-se um excelente barquinho...

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Boas!

Pois é, pois é... 
Meu amigo Ricardo Stark está dando um novo rumo à sua vida náutica. Nessa, surge uma oportunidade daquelas que a gente só vê de vez em nunca: o Atoll 23 Gaipava está à venda!
Eu sou suspeito para falar sobre o barco, que consta até do hall da fama dos Atoll 23. Apenas para efeito de comparação, o Gaipava está anos luz na frente do Cusco Baldoso em matéria de conservação e estado, pois foi praticamente reconstruído há menos de cinco anos, além de ter sido totalmente reforçado em pontos normalmente críticos. Simplesmente não há outo igual: é só adicionar água !
Se você procura um barco literalmente pronto para usar, não deixe de ver essa jóia da náutica brasileira, atualmente fundeado em Paraty. Um barquinho pequeno, mas que pode ir para Abrolhos, navegando, amanhã mesmo!





Interessou? 
Saiba mais AQUI!
PS.: Eu nunca disse isso, mas o Ricardo é bom de negócio!

Uma pessoa "ou"...

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Boas!

Continuando a postagem anterior, quem não percebeu grandes defeitos na vela mestra postada (a segunda foto) não está ficando louco. Ela realmente não tem nada de muito errado. Pelo menos não ainda...
Aquela foto foi tirada nos primeiros minutos de velejada e sob vento fraco. Se é verdade que mar tranquilo não faz bom marinheiro, pode-se dizer, talvez, que vento fraco não entrega vela ruim.
Sob ventos de quinze nós e após um par de horas velejando, a situação daquela vela é bem diferente. A barriga se acentua - tudo o que não ser quer em ventos mais fortes. Com isso o barco aderna mais, orça menos e o equilíbrio do leme fica prejudicado. Além disso a valuma treme como gelatina (em especial próximo ao tope, e não tem puxada no rabo da bixa que dê jeito!), tornando o fluxo de ar turbulento e menos eficiente.
Para um passeio numa brisinha de final de tarde essa vela está ótima. Mas para algo mais sério, não. E o Malagô é um veleiro escola...





A pergunta que fica, então, é: o que faze…

Jogo dos sete erros...

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Boas!
Essa foto foi tirada em Paraty, no dia que seguimos para o Guarujá (ainda sem saber que ficaríamos em Ubatuba).


Quem arrisca dizer o que está de errado nela?!
Uma parte é fácil, mas outra é mais difícil, pois o que parece errado está certo e o que parece estar certo, está errado. Bom, chega de trava-língua e vamos à análise:

1. O tope da vela não sobe até o tope do mastro.
Sim, é verdade. A questão é: qual o motivo?
De início cabe explicar que essa é a vela de transporte do Malagô. Aquela reservada para o dia a dia, para aguentar porrada. Quanto mais se usa a vela mais ela se deforma, mais ganha "barriga" e a performance diminui. Por isso veleiros de regata trocam de "panos" com uma velocidade absurda. Haja saldo!
Por ser a vela do dia a dia o Cesar, antigo dono do Malagô, resolveu usar seus dotes de mestre capoteiro e passou a tesoura na vela, diminuindo-a em altura. O objetivo não foi o de eitar que o tope chegasse ao final do mastro, mas sim subir a retra…

Só sei que nada sei...

Boas!

Desde que assumi o leme do Malagô, em dezembro do ano passado, venho me acostumando com ele. Velejar em um veleiro de 23 pés e em um de 40, ou 50, não é muito diferente. É apenas mais difícil por conta da força que se tem que fazer.
Tenho em mente de forma muito clara duas coisas: a primeira é que o Malagô é, hoje, um veleiro escola. A segunda é que ele tem que ficar o mais dócil possível de ser "tocado".
A velejada do dia 02 de março, nesse sentido, foi emblemática. Com ventos entre dez e quinze nós, o barco andou muito bem. Eu dizia o que queria e as coisas iam acontecendo. O segredo? Tripulação. Foi muito bom, mas eu não terei esse item - que é o mais caro a bordo de um veleiro - sempre. Algumas vezes serei apenas eu e eu mesmo, com alguma ajuda da Priscila.
Minha meta é deixar o "velho Mala" dócil como na última velejada, ainda que com menos de seis pessoas a bordo (que foi nossa tripulação na última aula: quatro alunos, o Stark e eu).
Nesse processo conf…

Rumo sul...

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E não é apenas o CCS que está com a proa voltada para o sul.
Amanhã parte de Mongaguá, litoral (sul!) de São Paulo, nosso amigo Ivan Rodrigues. Só que essa travessia é terrestre, sobre duas rodas e é movida a tração humana: o Ivan vai de bicicleta. O destino final nem ele mesmo sabe e certeza mesmo só se tem de que depois de Ushuaia não vai dar para avançar muito mais para o sul. É uma viagem sem datas nem roteiros muito rígidos, em que chegar é menos importante do que ir. Esse rapaz tem alma de velejador!!!

Para acompanhar essa aventura, acesse o blog PEDALANDO DESTINO SUL!
E vamos no "pedal" mesmo!

Trolando o CCS!

Boas!

O Cruzeiro Costa Sul, organizado pela ABVC zarpou de Santos/Guarujá hoje, com destino à Ilha do Bom Abrigo. Por eu ser uma pessoa local e conhecer muito bem a cidade, o Paulo, do Bepaluhê me pediu a gentileza de indicar um local para que ontem fosse feito um happy hour. Pois é! Eu indiquei o Pier do Chopp, um lugar a beira mar, com vista para os navios que entram e saem do porto de Santos, música ao vivo e comidinha honesta. 
Só que... esse lugar foi demolido há alguns meses!
Depois da minha bola fora a escolha do pessoal recaiu para o Estrela de Ouro (comida japonesa), onde enfim eu pude conhecer o Paulo, o Volnys e o resto da turma. E não, esse lugar não foi demolido!
E vamos de google maps mesmo!

Quer ganhar um boné?!

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Boas!
Você quer ganhar um boné da nossa escola de vela?!
Pois basta CURTIR nossa página no Facebook e deixar a seguinte mensagem: "Também quero  um boné do Cusco!": 
http://www.facebook.com/pages/Escola-de-Vela-Oceânica-Cusco-Baldoso/410863192332409?fref=ts
O sorteio será no dia 01/04/2013 - e não, não é mentira!!!


Vamos no pano mesmo!

E quem vai acreditar que isso é trabalho?

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Boas!

No último sábado, dois de março, realizamos as aulas da terceira turma de 2013 de nossa escola de vela.  Foi a última turma de apenas um dia de aula, no formato dos antigos Módulos I e II. A partir de abril faremos apenas aulas de dois dias em sequência (sábado e domingo), com maior permanência  a bordo (incluindo a possibilidade de pernoite na embarcação) e melhor aproveitamento.

A tripulação foi chegando aos poucos: os já amigos e não apenas alunos André Scalon e Ivan Rodrigues  (que fizeram conosco a travessia Paraty/Ubatuba em janeiro) chegaram na noite da sexta-feira, levando janta e coca-cola para o Capitão que já estava enfiado embaixo das cobertas. Só por isso já fizeram valer o certificado!!!

Durante o café da manhã do sábado quem chegou foi o Ricardo Stark, do Veleiro Gaipava (o Atoll 23 mais lindo que eu já vi!), que sempre que puder será meu Imediato no curso. Na sequência vieram o famoso Walnei Antunes, do Vivre /Piano Piano e o Eduardo Ramos (que fez um bate volta …

Entre céu e mar...

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O vento entra. O barco aderna. Um dos bordos vê apenas céu; o outro lança os olhos para o mar; a popa conta milhas; a proa busca o final do horizonte...


Dois mundos distintos...

... em um mesmo instante.

Bela velejada!

Obrigado aos amigos Ricardo Stark, André Scalon,  Eduardo Ramos, Ivan Rodrigues e Walnei Antunes.

Vamos no pano mesmo!