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A mostrar mensagens de Novembro, 2011

Cusquinho, parte III

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Boas!

A parte externa está praticamente pronta. Faltam apenas alguns detalhes. O verdugo já está colado, foi feita a fibra onde deveria e a pintura com esmalte sintético laranja. Há alguns anos eu fiz uma vela com o Arnaldo Andrade, da Cognac, e ele me disse que o laranja era a cor de mais fácil visualização em caso de mau tempo e más condições de visibilidade. Fiquei com isso na cabeça e espero não descobrir se ele estava certo!




Regata da Marinha 2011 - Aviso de Regata

AVISO DE REGATA
39ª REGATA MARINHA DO BRASIL
03 DE DEZEMBRO DE 2011
Organização: SOAMAR, CIR e ICS.
Local: Baia de Santos
Data e horário: 03 de dezembro de 2011 - concentração a partir das 12h00 em frente ao Aquário Municipal de Santos.

Classes  convidadas: MONOTIPOS (Dingue, Holder, Laser, BIC e Aberta) e OCEANO (ORC, RGS-A, RGS-B, RGS-C e Bico de Proa).
Inscrições: GRÁTIS, nas secretarias do CIR ou do ICS.
Confraternização na sede da CPSP a partir das 16h00.

Obs.: Na monotipo não localizei os Catamarãs (HC14 e HC16), penso que haverá mudanças. Se não, os mesmos deverão correr na ABERTA.
Bons ventos!

Visita ao NAe 12 São Paulo - Porta Aviões São Paulo

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Boas!



Construído na França entre 1957 e 1960, o nosso São Paulo serviu à Marinha da França como porta-aviões da Classe Clemenceau sob o nome "FS Foch", uma homenagem a Ferdinand Foch, comandante das tropas aliadas durante a Primeira Guerra Mundial. Adquirido pelo equivalente a 12 milhões de dólares norte-americanos em setembro de 2000, foi recebido operacional pela Marinha do Brasil a 15 de Novembro desse mesmo ano, no porto de Brest, na França, quando teve passada a sua "Mostra de Armamento". Com 50% mais velocidade e podendo transportar o dobro de aeronaves que o antigo NAeL Minas Gerais (A-11), o NAe São Paulo (A-12) opera aviões de ataque AF-1 e helicópteros, sendo hoje a capitânia da Armada.

O São Paulo esteve aberto à visitação pública nos dias 19 e 20 de novembro de 2011 e a tripulação do Cusco Baldoso esteve por lá! Confira algumas fotos:













Bons ventos!

Cusquinho, parte II

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Boas!

A obra do Cusquinho vai bem. Já está tudo colado e filetado internamente; toda a costura foi retirada e os grampas retirados. Hoje impregnei a parte externa do casco. Depois de curada farei a fibra dos cantos e a preparação para a pintura externa. Depois é o interior. Mais uns dez dias e já será possível testá-lo aqui na baia de Santos.

Usei para a filetagem 2 kgs de massa de filetagem Tuboliti/Scuna. A parte externa consumiu 1kg de resina epóxy Tuboliti/Scuna 9100 - Standard e isso pois fui bem generoso.






E vamos que vamos!

Cusquinho...

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Boas!
Em Paraty um botinho de apoio faz falta, pois facilita em muito o acesso às praias.
Por isso, aproveitando sobras de material do Tiki 21, essa semana "rascunhei" um para a gente. Modifiquei o projeto do Dinghy D5 (na verdade, o adaptei para a chapa de compensado naval do padrão brasileiro - 1600 x 2200mm. Para isso, as medidas do projeto foram diminuídas, todas, em 9%). O bote não vai pesar mais do que 20 kg e tem apenas 2,10 metros de comprimento. Viaja no rack do carro. A laminação será bem simples: resina epóxy, tecido 100 ou 200, com ênfase nos cantos. Pintura com esmalte sintético. O projeto prevê possibilidade de se velejar com ele, mas o Cusquinho será apenas um botinho de apoio. A parte debaixo dos assentos serão compartimentos estanques. 
Tudo consumiu apenas três chapas de compensado naval de cedro, ao custo total de R$ 270,00 (chapas que, no meu caso, eram sobras).
Se alguém se interessar pelo projeto, ele é grátis e o download pode ser feito AQUI.
As fotos a seg…

Dados técnicos do Atoll 23

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Boas!

A exemplo do que fiz com o Rio 20, a seguir disponibilizo alguns dados técnicos sobre o Atoll 23, projetado por Roberto Mesquita Barros, o Cabinho e fabricado pelo estaleiro Multiglass até os primeiros anos  da década de 80, quando então a indústria náutica brasileira entrou em colapso (do qual, aos poucos, começa a se recuperar):



Ainda é cedo para colocar minha opinião de proprietário, mas assim que conhecer bem o barco o farei.

Bons ventos!

De novo um Cusco Baldoso!

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Boas!

Fitzroy é um nome difícil de entender (do ponto de vista fonético). Cada um fala de um jeito e quase ninguém entende de primeira. O lance da homenagem ao capitão do Beagle até era "bonitinho", mas eu sinceramente não gostei de algumas situações em que, no radio, chamamos a Marina e ninguém entendeu nada. Claro que um "Foxtrot", "India", "Tango",  "Zulu", "Romeu", "Oscar" e "Yanke" resolvem, mas não seria nada muito prático.

Então, inaugurando a fase "o importante é velejar, o resto é perfurmaria", mudei o nome do atollzinho. Temos, então, de novo, o bom e velho Cusco Baldoso, reencarnado e três pés maior!

Passamos o feriado de finados em Paraty. Chegamos no sábado, dia 29/10 com sol. Velejamos no dia 30/10, entre nuvens e com um belo ventão e, depois, pegamos chuva e frio (sim, frio!) até o dia 01/11, quando não aguentamos mais e voltamos. No dia seguinte, pelo que vi no blog do veleiro ami…