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A mostrar mensagens de Agosto, 2011

Imagens de Guarujá...

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Boas...

Enquanto não dá para navegar, a trupe vai relembrando alguns lugares bacaninhas da Ilha de Guaibê:











A laminação do casco...

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Boas!
Agendei um reboque para levar o casco para a marina. Ele não apareceu... No fim das contas isso foi bom, pois eu pude aproveitar e fazer a laminação do casco ao longo da semana dos dias 22 e 27 de agosto. Nessa
De início fiquei obcecado em deixar o casco liso, sem uma gotinha, furo, etc. Então tapei buracos com epoxy e sílica e lixei... comecei com uma lixa 120, depois uma 150 e terminei na 220. A "Marinalva", apelido que dei para a lixadeira roto orbital que acabei adquirindo e que fez, ao final, todo o serviço, trabalhou todos esses dias entre 12h30 e 14h00, para alegria da vizinhança! Ao final a flanela escorregava lindamente pelo casco. Era hora da laminação!




Meu esquema (a laminação foi feita no dia 27/08) foi o seguinte: uma "fita" com 15 cm ao longo de toda a quilha, roda de proa e skeg. Depois duas camadas de tecido (sempre 300 g/m) em ambos os lados, com overlaping ao longo da quilha. Na roda de proa fiz quatro overlapings com tecido. Após a cura a rigi…

Quando a quilha não é um estorvo!

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Boas! Entre os que dedicam tempo de suas vidas discutindo belas paixões,  estão os que de um lado defendem os catamarãs e, de outro, os que veneram os monocascos. Ambos enxergam defeitos e virtudes em cada modelo de barco e defendem com veemência seus pontos de vista.
Semana passada (movimentada, não?!) o sitepopa.com publicou uma foto que acrescenta um ponto a favor dos  barcos com quilha. Com efeito, não fosse pelo chumbo inerte e o veleiro abaixo teria ido embora na barragem de Salto - São Fracisco de Paula/RS.

Em tempo: nós gostamos de barcos, sejam eles do tipo que for.
Bons ventos!

Uma nova Ilha em Itanhaém...

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Boas!
Consta que semana passada dois amigos sairam em uma lancha de 23 pés da barra de Itanháem em direção ao mar aberto para uma pescaria (por sinal, barrinha complicada aquela!). No meio da tarde, porém, a cerração caiu forte e, surpresa! Onde estava a barra? Onde estava a terra? Eles não sabiam. Estava tudo branco. O que fizeram, então? Continuaram pescando, uai! Uma hora aquilo ia passar.


Mas não passou. E o que estava complicado, ficou ainda pior: escureceu. Os dois amigos decidiram fazer alguma coisa. Afastaram-se da costa e seguiram  rumo a uma ilha. A tal ilha estava fácil de ver, pois tinha um mastro com uma luz branca e, numa ponta, uma luzinha encarnada... (aposto que a outra "luzinha", do outro lado, era verde!).
Ao chegarem próximo da ilha misteriosa e salvadora, entraram em contato via rádio VHF. O navio (ops!), então, lhes passou comida, água e agasalhos. Passou a posição da lancha para a Capitania dos Portos e sumiu no breu.
Salvos? Ainda não. Como o navio foi em…

A construção do novo Baldoso - Mês 02

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Boas!
Mês longo esse. Ao contrário do primeiro parece que a obra não anda, apesar de muita coisa ter sido feita. Impregnei o casco com mais epoxy; laminei a quilha, apliquei primer de aderência epoxy no interior; lixei o primer; pintei o interior, lixei bastante coisa, corrigi defeitinhos... um grande pé no saco!
A parte interna da proa e a popa, sempre escondidas, foram pintadas de preto fosco, cheias de garrafas 'pet', cada uma com pelo menos duas uvas. A ideia é que as uvas apodreçam e os gases mantenham as garrafas rígidas. Outra forma de fazer isso é colocar uma xícara de café de vinagre dentro da garrafa e, depois, uma trouchinha de guardanapo cheia de bicarbonato de sódio. Nessa última solução a "inflação" é instantânea.
Fechei o casco. A roda de proa e o skeg serão cortados na altura do convés,que assim vai ficar corrido. Eu tinha aumentado um pouco a roda de proa para colocar luzes de navegação e uma carranca, mas a ideia foi abortada.
Agora o barco deverá ir p…