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A mostrar mensagens de Outubro, 2012

No mar e na vida nenhum dia é igual ao outro.

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Boas!
Nesse final de semana a previsão do tempo indicava um sábado e um domingo de condições atmosféricas e de mar bastante congruentes: ventos de SE, ente 6 e 10 nós, mar de almirante, uma chuvinha com possibilidades de abertura.
Nessa toada lá fui eu dar aulas do módulo II (introdução à navegação costeira) para o Marcello e Fernanda e, no dia seguinte, para o André e para o Aruã. Bora lá!
No sábado a previsão só não se confirmou porque não choveu e o céu ficou limpo. O mar estava um tapete, sem nenhuma vaga ou marulho. Vento de SE, 10 nós. Devíamos ir para a Ilha das Cabras, mas por mais que tentássemos avançar,  a coisa não fluía. Preferimos tocar para o rumo do Montão de Trigo e pouco depois estávamos apoitados no Canto do Indaiá (Bertioga), fazendo um lanche e ouvindo música (essa aula estava mais para passeio!). Deu uma vontade de mergulhar... é ó inverno que foi embora!



Entramos no canal "quase" no pano mesmo (nunca consegui), mas a maré contra não deixou. Logo após …

Capitão?

Boas...

Isso pode soar estranho, mas  eu não ligo muito para os títulos e habilitações formais em navegação. Isso soa ainda mais estranho se for levada em conta minha formação profissional (na verdade, penso que a culpa é dela) e, mais estranho ainda diante do  fato de eu ter me tornado instrutor de vela. 
Comprei meu primeiro barco em 1996: um bote de alumínio de 3,3 metros, que fui buscar em uma favela no Guarujá no alto dos meus 17 anos, munido de R$ 350,00 que ganhei dando aulas de português, física e química - uma pequena fortuna! Depois do Aries tive tantos outros barcos que até já perdi a conta... Mas o primeiro veleiro, o Fraldinha (um HC 14 caindo aos pedaços - literalmente) veio em novembro de 2002, meu último ano de faculdade. E lá se vai uma década... 
Naveguei durante doze anos sem ser sequer arrais amador. Aposto que sabia mais sobre o RIPEAM do que muito navegador por ai, mas estava em situação irregular. Em 2009 fiz a prova. Um ano depois, em 2010, me tornei mestre. Mi…

Sandy está botando para quebrar no Caribe!

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Boas!
Eu gosto muito das duplas sertanejas de antigamente. Mas confesso que sempre tive uma dificuldade em saber quem é um, quem é o outro. Quem sabe dizer, com certeza, qual é o Milionário e qual é o José Rico? O Tonico e Tinoco? João Mineiro e Marciano?  Sandy e Júnior?!
Pois é, pois é...
Hoje lendo os e-mails do fórum da ABVC vi uma mensagem do grande Elmo (que tem um blog super bacana sobre "coisas de barco"), dando conta de que a Sandy estava botando para quebrar no Caribe! Mandou até a foto, que está ai embaixo!

Brincadeiras a parte, Sandy  é o nome da Tempestade Tropical que está dando uma volta pelo Caribe. Velejar por ali não deve estar fácil: ventos de 40 nós, com 50 nós de rajada! Nesse momento a moça está no sul da Jamaica e deve atingir Cuba, onde provavelmente (tomara!) perderá intensidade e não se transformará em um furacão. 
Ali não dá para ir nem no pano mesmo!!!
Bons ventos!

Velejar com vento é sempre muito bom!

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Boas!
Velejar é uma atividade às vezes frustrante: você passa a semana inteira esperando o final de semana para ir para a água e, quando chega o dia, chove, não venta ou uma manilha e até uma simples cupilhazinha de nada estraga o passeio tão esperado. Mas basta meia horinha que seja em um vento de verdade para toda essa espera ter valido a pena. Velejar é bom de qualquer jeito, mas com vento é muito melhor!
Ontem e hoje dei curso de vela (módulo 01, no canal). Primeiro para o bem humorado André e depois para os divertidos Marcello e  Fernanda (que foi a capitã, algo até então inédito!). Um dia após a outro e tudo tão diferente. Ontem um vento de 27 nós nas rajadas (pela primeira vez dei aula rizado!); hoje o vento ainda forte, mas menos agressivo. Tudo em paz, nenhum incidente sério, exceto pela manilha que segura(va) o moitão do burro, que não aguentou o esforço de ontem e se partiu, tendo sido substituída logo por um cabo de spectra. De semelhante apenas o fato de o vento(ão) ter …

Biblioteca náutica!

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Boas!


Esse blog rendeu muito mais alegrias do que poderia sonhar a minha vã filosofia de almanaque. Já perdi a conta de quanta gente bacana entrou em nossas vidas por conta dele. Alguns apenas no mundo virtual. Outros, para quem a distância física não é um grande problema, já se fizeram presentes em três dimensões. 
Ontem foi um desses dias de alegria. A aula programada para um casal (mais um!) teve que ser cancelada por conta do mau tempo (decisão acertada, pois fez frio e choveu bastante), o que me deixou um pouco ranzinza, pois eu estava louco para velejar. Ainda assim o dia foi especial, pois conheci (ou conheci de novo, pois já o conhecia de vista) um ex-vizinho da Náutica Sangava (Guarujá/SP), onde fiquei por quase dez anos com meus intrépidos monotipos (dois HC14, um Dingue, dois Hobie 3.9, um Dinghy Andorinha, canoas, caiaques, etc, etc, etc).
Seguidor do blog, Jefferson Aliseda estava com um pequeno problema: faltava espaço para um excelente biblioteca náutica, com trinta tít…

O Cusco está de volta!

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Boas!

Nesse final de semana a minha amada Priscila resolveu atender meus reclamos e sentar em frente ao Corel Draw para fazer o selo da nossa escola de vela! Nessa quem voltou foi o cusquinho amarelo com as orelhas jogadas para trás pelo vento e que adornou nosso valente Rio 20, barquinho que só nos deu alegrias - e muitas!
Cusco baldoso é um apelido carinhoso que a Priscila me deu quando nos conhecemos. Eu não sabia o que significava, pois a língua falada nos pampas tem suas peculiaridades e por vezes beiro ao dialeto ou à corruptela... mesmo assim gostava da sonoridade.Cusconada mais significa senão cachorro sem raça definida, o bom e velho vira-latas (quem teve um jamais esqueceu!).Baldosoé aquele que tem balda, ou manha.  Um cusco baldoso, assim, é um vira-latas manhoso!



Então bora lá virar latas!


De volta ao meu aconchego...

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Boas!
Apesar de ter aula de vela agendada para o dia 06/10, tive que cancelá-la e acabei não velejando nesse final de semana. Ainda assim  passei o sábado todo a bordo do meu querido Cusco Baldoso. Instalei a segunda placa solar de 30W - no total ele agora tem 90W e energia para o piloto e para o cd/dvd não deve ser problema tão cedo. As luzes de navegação ainda precisam ser substituídas por LED, mas isso vem já já. 
Sofri um "acidente de trabalho" semana passada (sábado, 29/09), mas dele já estou bem e a partir do dia 12/10 devo ter vida absolutamente normal. Agora é uma amigdalite que me pegou, mas já já ela passa também. Tudo passa nessa vida, até uva...
Em novembro o plano era passar dez dias entre Ilhabela e Ubatuba (plano original de outubro, rs). Ia fazer o Cruzeiro Costa dos Tamoios, com o pessoal da ABVC, mas a Priscila não pode nessa data. Mas eu não reclamo: depois que a gente adia a partida para a outra vida , de alguma forma todo o restante é 100% lucro.
Estrela…